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A possibilidade de um El Niño de forte intensidade, chamado informalmente de “Super El Niño”, coloca o Rio Grande do Norte em alerta para períodos de calor mais persistente e temperaturas acima da média. Ainda não é possível estimar quantos graus os termômetros poderão registrar, mas o aumento do calor já é percebido em diferentes regiões do estado.
Com a chegada dos meses mais quentes, ventiladores, climatizadores e aparelhos de ar-condicionado passam a fazer parte da rotina de muitas famílias. Apesar de todos ajudarem a aliviar o desconforto térmico, os equipamentos funcionam de maneiras diferentes e apresentam impactos distintos no consumo de energia.
Para ajudar os consumidores a escolher o aparelho mais adequado, a Neoenergia Cosern explica as diferenças entre os três equipamentos e orienta sobre medidas que podem reduzir o desperdício de energia. Segundo Gabriel Lopes, supervisor de Eficiência Energética da companhia, a escolha deve levar em conta o tamanho do ambiente, as características do imóvel e o tempo de utilização.
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O ventilador é o equipamento mais simples entre os três. Ele movimenta o ar e produz uma sensação de frescor, mas não reduz efetivamente a temperatura do ambiente.
Por apresentar menor consumo de energia, o aparelho pode ser uma alternativa para espaços ventilados e situações de calor moderado. A eficiência também depende das condições do local e da circulação de ar.
O climatizador utiliza água e evaporação para ventilar e umidificar o ambiente. Por isso, pode proporcionar maior conforto em locais de clima mais seco.
Em regiões com umidade elevada, como áreas do litoral potiguar, sua capacidade de resfriamento é mais limitada. O consumo de energia varia de acordo com a potência, o tamanho e as características do equipamento.
Já o ar-condicionado é o único dos três que consegue reduzir e controlar efetivamente a temperatura do ambiente. Em períodos de calor intenso, oferece maior capacidade de refrigeração, mas também pode representar um impacto maior na conta de luz.
O consumo do aparelho depende de fatores como potência, capacidade em BTU/h, tecnologia utilizada, temperatura selecionada, tempo de funcionamento e vedação do ambiente.
Segundo Gabriel Lopes, comparar as informações de consumo antes da compra e escolher equipamentos eficientes são medidas importantes para evitar gastos desnecessários.
“A escolha do equipamento deve considerar o tamanho e as características do ambiente, a necessidade de cada família e o tempo diário de utilização. O aparelho mais potente nem sempre é a alternativa mais adequada”, orienta.
A Neoenergia Cosern também recomenda que o consumidor observe o consumo indicado na etiqueta do produto e dê preferência a modelos com Selo Procel Ouro, além de considerar as condições do ambiente antes da aquisição.
A orientação é especialmente relevante durante períodos de calor intenso, quando o tempo de funcionamento dos aparelhos tende a aumentar e, consequentemente, pode elevar o consumo de energia.
Além da escolha do equipamento, alguns hábitos podem ajudar a reduzir o desperdício de energia dentro de casa.
Entre as recomendações da Neoenergia Cosern estão:
A orientação é combinar conforto térmico com uso eficiente da energia, principalmente em períodos de temperaturas mais elevadas.
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