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O ator pornô Walif Santos da Silva foi preso após agredir e esfaquear sua esposa durante uma discussão em São Paulo, com o caso ganhando notoriedade após a divulgação das imagens do ataque.
A briga, que ocorreu após o consumo de álcool, envolveu troca de ofensas, e a esposa, apesar de ter escrito uma carta negando a tentativa de feminicídio, afirma que o incidente foi um mal-entendido.
O Ministério Público manteve a denúncia por tentativa de feminicídio, e a Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva, negando a liberdade provisória ao acusado, que permanece detido enquanto o processo avança.
Uma câmera de monitoramento registrou o momento em que o ator pornô Walif Santos da Silva, de 32 anos, agride e esfaqueia a esposa durante uma discussão dentro do quarto do casal, na zona leste de São Paulo.
O caso aconteceu no dia 9, mas ganhou repercussão após as imagens virem a público. Walif foi preso em flagrante e denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por tentativa de feminicídio.
Nas imagens, o casal aparece discutindo dentro do quarto. Em determinado momento, o homem se levanta, pega uma faca e atinge a companheira durante o conflito. Depois da agressão, a vítima aparece ferida.
Segundo informações do processo, os dois estavam em casa e haviam consumido bebida alcoólica antes da briga. A discussão teria começado com troca de ofensas e ameaças.
Apesar das imagens, a esposa escreveu uma carta anexada ao processo em que nega que tenha havido tentativa de feminicídio. No documento, ela afirma que tudo teria sido um “mal-entendido” e pede a liberdade do companheiro.
A mulher relatou que teria ido até a cozinha, pegado uma faca e seguido em direção ao ator. Segundo a versão dela, Walif teria tentado retirar o objeto de sua mão, momento em que ela acabou se cortando na bochecha.
Na carta, a vítima também afirma que o companheiro não foi agressivo e que não teve intenção de feri-la.
Mesmo assim, o Ministério Público manteve a denúncia por tentativa de feminicídio. Para a acusação, as imagens registradas pela câmera e os demais elementos do processo sustentam a continuidade da ação penal.
Veja a carta:

A Justiça converteu a prisão em flagrante em preventiva e negou o pedido de liberdade provisória. Na decisão, o Tribunal de Justiça de São Paulo apontou indícios suficientes de autoria e materialidade, além de considerar insuficientes medidas cautelares alternativas.
Walif permanece preso enquanto o caso segue em tramitação. As informações são do Metrópoles.
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