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Publicado em 12/11/2025, às 13h09 Nathalia Quiereguini
A tentação de adiar o pagamento do IPVA pode até parecer inofensiva, mas a verdade é que essa “pausa” pesa, e muito, no bolso depois, segundo o site WebMotors.
O imposto é essencial para manter o licenciamento do veículo em dia e, quando ignorado, vira uma dor de cabeça que cresce a cada dia de atraso.
Quando o IPVA não é pago dentro do prazo, o valor começa a subir automaticamente com juros e multa diária. Em alguns estados, essa penalidade pode chegar a 20% do total.
E se o débito for inscrito em dívida ativa, o acréscimo pode quase dobrar. Em pouco tempo, aquele valor que parecia “administrável” vira um peso difícil de quitar.
Sem o pagamento do IPVA, o licenciamento do veículo também fica bloqueado. E dirigir sem licenciamento é infração gravíssima, segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
O motorista pode receber multa, perder pontos na CNH e, em alguns casos, até ter o veículo retido. Mesmo que alguns estados tenham flexibilizado essa regra, o risco de complicação é real, e custa caro.
Além das multas, o proprietário pode ter o nome inscrito na dívida ativa do estado, o que significa restrição no CPF e dificuldades para conseguir crédito, fazer financiamentos ou até renovar contratos.
O veículo também pode ficar impedido de ser transferido ou vendido até que a situação seja regularizada.
O caminho é simples, mas exige ação rápida. O primeiro passo é consultar o valor atualizado no site da Secretaria da Fazenda do seu estado.
Depois, verificar se há opção de parcelamento, algo que a maioria dos estados já oferece. O importante é não deixar o débito se acumular.
Ignorar o IPVA pode parecer um alívio momentâneo, mas o preço da demora é alto. Regularizar o quanto antes é a única forma de evitar prejuízos maiores e manter o carro, e o nome, em dia.
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