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Samsung e Apple testando conexão Starlink em celulares? Saiba detalhes

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Gigantes da tecnologia buscam conexão de dispositivos móveis diretamente a satélites, garantindo acesso à internet em áreas remotas.  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Pexels

Publicado em 07/11/2025, às 15h30   Marina Gonçalves



Imagine estar em um local totalmente remoto, longe de torres de telefonia, e ainda assim conseguir acesso rápido à internet como se estivesse em uma grande cidade.

Segundo o portal Click Petróleo e Gás, há um movimento das gigantes Samsung e Apple para explorar tecnologias que permitiriam que celulares e dispositivos móveis se conectem diretamente a satélites.

A proposta é que certos aparelhos dessas marcas possam acessar a internet por meio da rede de satélites da Starlink, da SpaceX, fundada por Elon Musk.

Novo chip da Samsung

Desde 2024, a Samsung Electronics investe em conectividade via satélite e desenvolve um chip Exynos, projetado para ser usado em smartphones Galaxy, tablets e dispositivos IoT, e capaz de se conectar diretamente à rede Starlink.

Anunciado em fevereiro de 2025, ele usa inteligência artificial para acompanhar a trajetória dos satélites, garantindo sinal estável mesmo em movimento ou ambientes fechados, segundo Jae-Hoon Park, engenheiro de sistemas da Samsung, em entrevista ao The Korea Herald.

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Apple investe em satélite até 2026

Ainda segundo o CPG, a Apple intensifica sua estratégia de conectividade via satélite enquanto a Samsung foca no desenvolvimento de hardware. Desde 2022, os iPhones 14 e 15 já permitem o envio de mensagens de emergência mesmo sem cobertura tradicional.

Em setembro de 2025, a empresa confirmou à Reuters que pretende expandir essa conectividade globalmente até 2026. Sendo assim, futuros iPhones e também iPads poderão oferecer suporte completo a redes 5G por satélite, garantindo acesso estável à internet em regiões remotas, como florestas, desertos e oceanos.

Mais sobre os benefícios

Especialistas da Gartner Research e da IDC Brasil destacaram que essa evolução traz mais conectividade em regiões distantes ou isoladas e estabilidade em situações de desastres naturais.

Serviços de telemedicina e ensino a distância poderão se expandir com maior eficiência, enquanto sistemas de comunicação de emergência se tornarão mais robustos.

Além disso, a redução da desigualdade digital pode impulsionar o desenvolvimento econômico e social de regiões antes desassistidas, criando novas oportunidades de inclusão e crescimento.

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