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Publicado em 29/10/2025, às 13h11 Nathalia Quiereguini
Treinar é importante, mas exagerar pode não trazer os resultados que você imagina.
Um estudo da Harvard T.H. Chan School of Public Health revelou que o tempo ideal de treino de força para quem busca viver mais é bem menor do que se pensa, de acordo com matéria do Viva Bem Uol.
Segundo a pesquisa, entre 30 e 60 minutos por semana já são suficientes para reduzir o risco de morte precoce e melhorar a qualidade de vida.
Ou seja, não é preciso passar horas na academia. Bastam algumas sessões curtas ao longo da semana, o que torna o hábito mais viável para quem tem uma rotina corrida.
O estudo reforça algo que a ciência já vinha mostrando: o treino de força é essencial para manter o corpo saudável com o passar dos anos.
Ele ajuda a preservar a massa muscular, fortalece os ossos, melhora o metabolismo e reduz o risco de doenças como diabetes tipo 2 e hipertensão.
Além dos benefícios físicos, há também os ganhos mentais. Quem se exercita com regularidade costuma ter melhor disposição, mais equilíbrio emocional e até melhora na qualidade do sono.
A pesquisa de Harvard mostra que os efeitos positivos se estabilizam depois de certo ponto.
Ou seja, treinar muito mais do que uma hora por semana não aumenta tanto os benefícios, e pode até gerar sobrecarga e lesões se o corpo não tiver o descanso adequado.
Mais do que contar minutos, o segredo está na constância. Duas ou três sessões curtas por semana, com foco em exercícios de resistência (como musculação, flexões ou agachamentos), já trazem ótimos resultados.
A mensagem é simples: o treino de força não precisa ser extremo. Precisa ser regular, equilibrado e bem feito. Um investimento pequeno de tempo, mas com um retorno que pode durar uma vida inteira.
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