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Nutricionista viraliza após intoxicação por beterraba; entenda o caso

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Isabelly Rocha compartilhou sua experiência de intoxicação alimentar após consumir beterraba mal armazenada. Saiba mais!  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Unsplash

Publicado em 05/11/2025, às 14h13   Marina Gonçalves



A beterraba é um alimento bastante consumido (e amado) por diversas pessoas. Versátil, ela vai bem de várias formas, seja em saladas, sucos ou assada como snack.

No entanto, é importante destacar que seu consumo, assim como o da maioria dos alimentos, exige atenção especial, principalmente quanto ao preparo e armazenamento.

Intoxicação alimentar por beterraba

Recentemente, no caso relatado pelo portal UOL, uma nutricionista identificada como Isabelly Rocha compartilhou nas redes sociais que sofreu uma intoxicação alimentar grave após consumir beterraba que havia sido deixada em temperatura ambiente por tempo prolongado.

No Instagram, Isabelly contou que cozinhou beterraba a noite, deixou na panela tampada sem descascar e o fez apenas no almoço do dia seguinte. Poucas horas após o consumo, ela e o marido começaram a apresentar os primeiros sintomas, que rapidamente evoluíram.

A nutricionista contou que ela e o marido ficaram bastante debilitados e precisaram de atendimento médico, enfrentando durante quase uma semana sintomas como fraqueza intensa, tontura e diarreia constante. A história viralizou como alerta para cuidados na cozinha.

Veja o relato completo:

O que dizem os especialistas

Ainda ao portal UOL, o gastroenterologista Rogério Alves, do Hospital Beneficência Portuguesa, disse que alimentos entre 5°C e 60°C entram na ‘zona de perigo’, onde os microrganismos podem se multiplicar rapidamente, ainda que o alimento pareça fresco.

“Esse é um dos erros mais comuns que atendemos no hospital. A pessoa acha que está tudo bem porque o alimento parece normal, mas a intoxicação já está ali”, declarou o especialista.

Legumes que se desenvolvem sob a terra, como a beterraba, exigem cuidados extras, pois podem abrigar bactérias mais fortes e difíceis de eliminar. “Se o legume cozinha e permanece morno por horas, essas bactérias podem produzir toxinas que causam intoxicação”, explicou o gastroenterologista.

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