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Publicado em 25/11/2025, às 12h40 Nathalia Quiereguini
Se você tem uma moto, é importante entender o imposto anual que vem junto: o IPVA.
Mesmo que o valor para motos seja geralmente menor do que para carros, cada estado define suas próprias regras, e quem não se atenta acaba pagando mais ou se enrolando, segundo o IG.
O valor é calculado com base no valor de mercado da motocicleta (geralmente pela tabela FIPE) multiplicado pela alíquota de cada estado.
O imposto incide para o veículo registrado, seja novo ou usado, mesmo parado ou sem uso, enquanto estiver no registro do RENAVAM.
As alíquotas nos estados variam bastante: para motos, vão de cerca de 1% até 3,5%.
Em alguns estados mais “amigáveis” para os motociclistas, a alíquota está perto de 1% (como Bahia, Espírito Santo, Santa Catarina, Acre); em outros, chegam a faixas mais altas, chegando a 3,5%.
Dependendo do estado, existem algumas isenções comuns:
O calendário de vencimento varia por estado, geralmente entre janeiro e março, e muitas vezes baseado no final da placa da moto.
Pagamento pode ser à vista (às vezes com desconto) ou parcelado, dependendo do estado, três a cinco parcelas são comuns.
Formas de pagamento incluem guia no site do DETRAN ou Secretarias da Fazenda, bancos, lotéricas, internet banking.
Se o imposto não for pago, as consequências podem ser sérias: multa, juros, impedimento de licenciamento, inscrição em dívida ativa e até apreensão da moto em fiscalização.
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