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A novela 'A Nobreza do Amor', da TV Globo, estreia em 16 de março e destaca o Rio Grande do Norte ao utilizar suas paisagens como cenário e incluir atores locais no elenco, o que pode aumentar a visibilidade do estado na teledramaturgia nacional.
As gravações ocorrem no Rio de Janeiro, mas várias cenas são filmadas em municípios potiguares, como Mossoró, que serve como base logística, reforçando a projeção de talentos do estado na televisão brasileira.
A trama, escrita por Duca Rachid e outros, é ambientada na década de 1920 e aborda temas como romance e justiça, com a participação de artistas locais, o que fortalece a presença cultural do Rio Grande do Norte na mídia nacional.
O Rio Grande do Norte ganhará destaque na teledramaturgia nacional com a estreia de A Nobreza do Amor, nova novela das 18h da TV Globo, marcada para o dia 16 de março. A produção traz paisagens potiguares como cenário e conta com a participação de dois atores do estado: Quitéria Kelly e César Ferrario.
Os artistas estão no Rio de Janeiro para as gravações dos capítulos iniciais da trama. A presença dos potiguares em uma produção de alcance nacional reforça a projeção de talentos do Rio Grande do Norte na televisão brasileira.
Além do elenco, o estado também integra a ambientação da história. Parte das cenas foi gravada em municípios potiguares, com Mossoró servindo como base logística para equipe e elenco durante o período de filmagens.
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Cenários e enredo
Entre as locações escolhidas estão as Dunas do Rosado, áreas do município de Pendências e o Parque Nacional da Furna Feia. As paisagens ajudam a compor a atmosfera da narrativa, ambientada na década de 1920 e marcada por conexões entre o Brasil e o continente africano.
Escrita por Duca Rachid, Elísio Lopes Jr. e Júlio Fischer, com direção artística de Gustavo Fernández, a novela é apresentada como uma fábula afro-brasileira. A trama reúne romance, aventura, disputas de poder e busca por justiça, tendo como protagonistas uma princesa africana e um trabalhador nordestino.
No elenco, Quitéria Kelly interpreta Maria Helena Aragão, casada com o delegado Fortunato, personagem de César Ferrario. O casal tem um filho, Manuel, vivido por Daniel Rangel. Ao longo da história, a família enfrentará conflitos e reviravoltas que impactam o desenvolvimento da narrativa.
A escolha de cenários potiguares e a participação de artistas locais ampliam a presença do Rio Grande do Norte em uma produção de alcance nacional, fortalecendo a visibilidade da cultura e das paisagens do estado na dramaturgia brasileira.
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