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Carro elétrico mais vendido da China chega ao Brasil em novembro; veja o preço

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Com design moderno, autonomia e preço competitivo, o elétrico chinês chega para disputar espaço entre os carros elétricos mais acessíveis do país.  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/ Freepik

Publicado em 20/10/2025, às 15h23   Nathalia Quiereguini



A chegada do hatch elétrico chinês Geely EX2 ao Brasil marca um movimento interessante no mercado nacional: a montadora chinesa aposta em conquistar o consumidor brasileiro com um veículo compacto, elétrico e acessível, pelo menos na teoria.

Segundo o portal Itatiaia, o modelo desembarcou no porto de Paranaguá-PR e tem previsão de estreia em novembro.

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O que o EX2 traz de diferencial

Com 4,14 metros de comprimento e 2,65 m de entre-eixos, o EX2 aparece no segmento de compactos com dimensões generosas.

O porta-malas principal tem 375 litros, e há ainda um “frunk” (compartimento dianteiro) de cerca de 70 litros, que pode ser bastante útil para armazenar cabos de recarga ou pequenos objetos.

No interior, aposta em tecnologia: painel digital de 8,8 polegadas, central multimídia de 14,6 polegadas e carregador por indução.

Na China, o EX2 oferece duas versões de bateria (30,1 kWh ou 40,2 kWh) e motorização com 78 cv ou 114 cv, alcançando autonomia estimada de 310 km a 410 km segundo ciclo NEDC.

Estratégia de mercado no Brasil

No Brasil, a expectativa de preço para o EX2 gira em torno de R$ 160 mil, posicionando-o como concorrente de outros elétricos compactos chineses como o BYD Dolphin e o GWM ORA 03.

A marca já comercializa aqui o SUV elétrico EX5, e com o EX2 pretende “democratizar” o acesso à mobilidade elétrica.

Há ainda a possibilidade de produção nacional em parceria com a Renault na fábrica de São José dos Pinhais-PR, o que poderia reduzir custos futuros e tornar o modelo ainda mais competitivo.

O que isso significa para o consumidor brasileiro

Para o consumidor, o EX2 representa uma boa combinação: tamanho compacto para uso urbano, autonomia elétrica condizente para a realidade de grandes centros e uma “porta de entrada” para o mundo dos elétricos.

Claro que o preço e a disponibilidade de rede de recarga vão pesar, ainda mais em um país onde a infraestrutura elétrica para veículos nem sempre é ideal.

Se a marca conseguir entregar o conjunto com qualidade, pode bem se tornar uma opção interessante para quem quer migrar para elétrico sem entrar no “super-premium”.

Classificação Indicativa: Livre

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