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“Assassino de planetas” do tamanho de uma cidade passa “perto” da Terra nesta semana

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2005 UK1, descoberto em 2005, é classificado como potencialmente perigoso devido ao seu tamanho, ele tem um diâmetro do tamanho de uma cidade  |   BNews RN - Divulgação Reprodução: Internet
Jussier Lucas

por Jussier Lucas

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Publicado em 14/01/2026, às 17h38



Um asteroide de grandes dimensões, denominado 2005 UK1, passou a cerca de 12,4 milhões de quilômetros da Terra, sem risco de impacto, destacando-se como um dos maiores objetos a se aproximar do planeta nos últimos anos.

Com um diâmetro estimado entre 600 metros e 1,4 quilômetro, o 2005 UK1 é classificado como potencialmente perigoso devido ao seu tamanho e órbita, sendo um dos 3% maiores asteroides monitorados em passagens próximas à Terra.

A NASA realiza um monitoramento contínuo desses objetos para mapear riscos futuros e aprimorar estratégias de defesa planetária, assegurando que a passagem do 2005 UK1 não causou efeitos gravitacionais ou físicos sobre o planeta.

Resumo gerado por IA

Um asteroide de grandes proporções passou relativamente próximo da Terra na última segunda-feira (12) sem oferecer qualquer risco ao planeta. Batizado de 2005 UK1, o corpo celeste tem diâmetro estimado entre 600 metros e 1,4 quilômetro e chamou a atenção da comunidade científica por estar entre os maiores objetos a se aproximarem da Terra nos últimos anos.

Segundo informações do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da NASA, o asteroide atingiu seu ponto máximo de aproximação às 13h21 (UTC), mantendo uma distância segura de cerca de 12,4 milhões de quilômetros, o equivalente a aproximadamente 32 vezes a distância média entre a Terra e a Lua.

Apesar da grande dimensão, os cientistas reforçam que não houve qualquer possibilidade de impacto. Ainda assim, encontros desse tipo são considerados incomuns, especialmente quando envolvem objetos classificados como “potencialmente perigosos”.

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Monitoramento e classificação do 2005 UK1

O asteroide 2005 UK1 foi descoberto em 24 de outubro de 2005, por uma equipe do Observatório de Monte Lemmon, no Arizona. Ele integra o grupo de asteroides próximos da Terra (NEOs, na sigla em inglês) e recebe a classificação de potencialmente perigoso devido ao tamanho e à órbita, que pode levá-lo a distâncias relativamente próximas do planeta.

De acordo com estimativas divulgadas por instituições científicas, o 2005 UK1 está entre os 3% maiores asteroides já monitorados em passagens próximas da Terra. Seu porte lhe rendeu o apelido informal de “assassino de planetas”, uma expressão usada para ilustrar os possíveis impactos globais caso um objeto desse tamanho colidisse com o planeta.

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Especialistas explicam que, em um cenário hipotético de impacto, um asteroide com mais de um quilômetro de diâmetro poderia provocar danos regionais severos e efeitos ambientais em escala global, superando eventos históricos como o meteoro de Chelyabinsk, em 2013, e o episódio de Tunguska, em 1908.

Apesar disso, a NASA esclareceu que a passagem do 2005 UK1 não exerceu qualquer efeito gravitacional ou físico sobre a Terra, reforçando que o monitoramento contínuo desses objetos é uma medida preventiva para mapear riscos futuros e aprimorar estratégias de defesa planetária.

O acompanhamento de asteroides próximos tem se intensificado nos últimos anos, com o uso de telescópios terrestres e espaciais, permitindo maior precisão nas previsões e garantindo respostas rápidas diante de possíveis ameaças.

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