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Alimento comum pode ajudar a retardar a demência, segundo estudo; veja qual é

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Um alimento comumente usado pelos brasileiros foi confirmado como um aliado para a saúde cerebral; ajudando a impedir síndromes como a demência.  |   BNews RN - Divulgação Foto: Freepik

Publicado em 13/11/2025, às 15h38   Bruna Souza



O azeite de oliva tem sido apontado por especialistas como um dos alimentos mais saudáveis do mundo, não apenas por seus benefícios cardiovasculares, mas também pelo seu papel na proteção do sistema cognitivo. 

O que dizem os estudos?

Estudos científicos sugerem que o uso diário do azeite na dieta pode ser uma estratégia eficaz contra a progressão de doenças neurodegenerativas, incluindo a demência. 

O consumo consistente desse óleo é uma estratégia de dietas que promovem a longevidade e o bem-estar, reforçando que a escolha de gorduras saudáveis é crucial para a saúde do cérebro, como explica o Metrópoles.

Proteção anti-inflamatória

Reprodução/Freepik
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O poder do azeite está em sua composição nutricional; com gorduras monoinsaturadas e antioxidantes, ele atua diretamente na proteção das células cerebrais contra o estresse oxidativo e a inflamação, processos que estão intimamente ligados ao desenvolvimento da demência. 

Ao reduzir a inflamação crônica no corpo e no cérebro, o azeite ajuda a manter as vias de comunicação neuronal mais eficientes e saudáveis, prevenindo danos celulares que podem acelerar os problemas cognitivos crônicos.

Como introduzir na dieta de forma saudável?

Os cientistas enfatizam que o azeite de oliva não deve ser consumido isoladamente, mas sim como parte de um padrão alimentar balanceado. Sua eficácia é potencializada quando complementa dietas ricas em vegetais, grãos integrais, frutas, legumes e peixes.

Esse padrão alimentar completo fornece uma mistura de nutrientes que, em conjunto, reduzem o risco de demência e de outros fatores de risco metabólicos, como diabetes e hipertensão, que também afetam a saúde cerebral.

Como é desenvolvida a demência?

Dados do Ministério da Saúde indicam que até 45% dos casos de demência podem ser prevenidos ou retardados por meio de intervenções no estilo de vida. A condição não é definida como uma doença específica, mas como uma síndrome caracterizada por um conjunto de sinais e sintomas.

Os sinais incluem esquecimentos frequentes, a repetição constante de perguntas, a perda de compromissos importantes ou dificuldade em lembrar nomes de pessoas e objetos. Esses déficits prejudicam significativamente o desempenho do indivíduo em suas atividades diárias e sociais.

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