Cidades
A Neoenergia Cosern cortou o fornecimento de energia do Restaurante Popular em Caicó, RN, devido à falta de pagamento do Governo do Estado, impactando diretamente a distribuição de refeições para a população vulnerável.
O Restaurante Popular, que oferece alimentação a baixo custo, teve seu funcionamento comprometido, afetando trabalhadores e pessoas de baixa renda que dependem do serviço como principal fonte de refeição diária.
A concessionária informou que o fornecimento poderá ser restabelecido após a regularização da dívida, mas o Governo do Estado ainda não se manifestou sobre o débito ou alternativas para manter o atendimento à população.
A Neoenergia Cosern interrompeu, nesta sexta-feira (23), o fornecimento de energia elétrica do Restaurante Popular localizado no município de Caicó, na região Seridó do Rio Grande do Norte. A suspensão do serviço ocorreu em razão da falta de pagamento por parte do Governo do Estado, conforme confirmado pela própria concessionária.
Com o corte, o funcionamento do equipamento público foi diretamente afetado, uma vez que a energia elétrica é essencial para o preparo e a distribuição das refeições. O Restaurante Popular atende diariamente moradores em situação de vulnerabilidade social, oferecendo alimentação a baixo custo.
A interrupção do serviço gerou transtornos para a população que depende do programa, especialmente trabalhadores e pessoas de baixa renda que utilizam o espaço como principal fonte de refeição durante o dia.
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Falta de pagamento motivou suspensão
De acordo com a Neoenergia Cosern, a medida foi adotada após o não pagamento das faturas de energia elétrica pelo Governo do Estado, seguindo os procedimentos previstos para casos de inadimplência. A concessionária informou que o fornecimento poderá ser restabelecido assim que a situação financeira seja regularizada.
Até o momento, o Governo do Estado não se pronunciou oficialmente sobre o débito nem informou prazo para quitação da dívida. Também não há confirmação sobre alternativas emergenciais para manter o atendimento à população enquanto o serviço permanece suspenso.
O episódio reacende o debate sobre a manutenção de equipamentos públicos essenciais e o impacto da inadimplência estatal em serviços voltados à assistência social, sobretudo em municípios do interior, onde a dependência desse tipo de programa é ainda mais significativa.
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