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Peixe distribuído para Semana Santa deixa moradores passando mal e gera alerta no RN; veja cidade atingida e sintomas

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A prefeitura confirmou que sete pessoas passaram mal e buscaram atendimento médico após consumir o pescado, levantando alerta  |   BNews RN - Divulgação Reprodução internet
Redação

por Redação

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Publicado em 02/04/2026, às 09h59



Moradores de Angicos relataram mal-estar após consumir peixe da espécie bonito distribuído pela prefeitura, com sintomas como dor de cabeça, vermelhidão e taquicardia, gerando preocupação sobre a qualidade do alimento.

Cerca de 3 mil quilos de peixe foram entregues, e sete pessoas buscaram atendimento médico devido a reações adversas, levando a população a questionar a segurança alimentar da distribuição.

A prefeitura acionou o fornecedor do pescado, que garantiu a regularidade do produto, enquanto as investigações continuam para determinar a relação entre os sintomas e o consumo do peixe.

Resumo gerado por IA

Moradores de Angicos relataram sintomas de mal-estar após consumirem peixe distribuído pela prefeitura durante a Semana Santa.

O alimento entregue à população é da espécie conhecida como bonito.

Os relatos começaram a ganhar repercussão nas redes sociais, com moradores descrevendo reações adversas após ingerir o pescado.

Sintomas incluem dor de cabeça, vermelhidão e taquicardia

Entre os depoimentos, uma moradora afirmou ter apresentado sintomas como:

Principais sintomas relatados:
- Dor de cabeça intensa
- Vermelhidão nos olhos e na pele
- Aceleração dos batimentos cardíacos

As manifestações levantaram preocupação entre a população sobre a qualidade do alimento distribuído.

Entre os depoimentos, uma moradora afirmou ter apresentado sintomas como dor de cabeça intensa, vermelhidão nos olhos e na pele, e aceleração dos batimentos cardíacos.
Entre os depoimentos, uma moradora afirmou ter apresentado sintomas como dor de cabeça intensa, vermelhidão nos olhos e na pele, e aceleração dos batimentos cardíacos.

Prefeitura confirma atendimentos e aciona fornecedor

De acordo com a Prefeitura de Angicos, aproximadamente 3 mil quilos de peixe foram distribuídos à população durante a ação.

O município informou ainda que sete pessoas procuraram atendimento médico com queixas associadas ao consumo do pescado.

Em nota, a gestão municipal afirmou que acionou a empresa responsável pelo fornecimento, que apresentou esclarecimentos considerados satisfatórios, garantindo o cumprimento das exigências necessárias para a distribuição.

A prefeitura também destacou o compromisso com a transparência e com a segurança alimentar da população.

Empresa afirma que produto veio de fornecedor regularizado

A empresa responsável pela aquisição do peixe informou que o produto foi comprado de um fornecedor regularizado, com documentação fiscal adequada.

Posicionamento da empresa:
- Produto adquirido de fornecedor legalizado
- Transporte realizado em veículo refrigerado
- Entrega feita diretamente no local indicado pela prefeitura
- Empresa não realizou armazenamento do pescado

Segundo a companhia, o fornecedor foi formalmente notificado para prestar esclarecimentos sobre a procedência e qualidade do produto.

Caso segue sob apuração

A empresa afirmou que continua colaborando com as investigações e reforçou o compromisso com a legalidade e a transparência.

Enquanto isso, os relatos seguem sendo monitorados, e o caso deve passar por apuração para identificar se há relação direta entre os sintomas apresentados e o consumo do peixe distribuído.


Por que é tradição distribuir peixe na Semana Santa?

A distribuição de peixe durante a Semana Santa tem origem na tradição cristã, especialmente ligada à Sexta-feira Santa, data que relembra a crucificação de Jesus Cristo.

Nesse período, muitos fiéis adotam a prática de não consumir carne vermelha como forma de respeito, penitência e reflexão religiosa.

O peixe, nesse contexto, surge como principal alternativa alimentar, por não ser considerado “carne proibida” dentro da tradição católica. Além do aspecto religioso, a prática também ganhou caráter social ao longo dos anos.

Em diversas cidades brasileiras, incluindo municípios do Nordeste, a distribuição gratuita de peixe por prefeituras se tornou uma política pública recorrente.

A ação busca garantir que famílias em situação de vulnerabilidade também possam manter a tradição, assegurando alimento na mesa durante o período religioso.

Assim, a iniciativa reúne dois elementos centrais: o respeito à cultura e à fé da população e o apoio social em um momento simbólico do calendário cristão.

Classificação Indicativa: Livre

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