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Política

Em último ato de campanha, Lula dispara: “Jamais imaginei disputar a eleição com um miliciano”

Presidente Lula faz declarações contundentes contra seu oponente durante caminhada na Avenida Paulista em São Paulo.  |  Foto: reprodução internet

Publicado em 24/10/2026, às 19h47   Foto: reprodução internet   Ranyere Fonseca

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encerrou sua campanha à reeleição neste sábado (24), com uma caminhada na Avenida Paulista, em São Paulo, marcada por fortes ataques ao seu adversário no segundo turno. Em declaração a jornalistas antes do início do evento, o petista afirmou que "jamais imaginou disputar a eleição com um miliciano" e classificou o concorrente como "mentiroso" e "desqualificado", embora não tenha citado o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nominalmente em sua fala.

Durante o pronunciamento, Lula declarou que a eleição exige preocupação com o país e acusou o adversário de não ter compromisso com a verdade. A estratégia de encerrar o período de mobilização nas ruas no centro da capital paulista repetiu o roteiro adotado pelo Partido dos Trabalhadores na véspera do primeiro turno, buscando consolidar o apoio na maior metrópole do país ao lado de figuras centrais de sua base aliada.

O caso Ana Clara

Além dos ataques gerais, o presidente utilizou o espaço para resgatar o caso da menina Ana Clara, de 5 anos, morta por um disparo de arma de fogo no município fluminense de Niterói, para questionar a postura ética de seu oponente político.

Lideranças no encerramento da campanha

A caminhada na Avenida Paulista serviu como uma demonstração de força da coligação governista, reunindo a cúpula do atual governo e lideranças partidárias que acompanharam o candidato no trio elétrico.

O tom incisivo na véspera do pleito reflete a alta polarização da corrida presidencial de 2026. A decisão final está agora nas mãos de milhões de brasileiros que comparecerão às urnas neste domingo (25), das 8h às 17h, no fuso horário de Brasília, para definir quem comandará o Palácio do Planalto pelos próximos quatro anos.

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TagsLulaFlávio bolsonaroeleição 2026