Política
Publicado em 04/10/2026, às 14h40 Foto: Reprodução Giovana Gurgel
O deputado estadual Coronel Azevedo (PL) votou neste domingo (4) em Parnamirim, na Região Metropolitana de Natal, onde disputa a reeleição para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) e tenta conquistar o terceiro mandato. Candidato pelo Partido Liberal (PL), ele chegou ao Centro Educacional Teresa de Lisieux, em Nova Parnamirim, acompanhado da mulher e das duas filhas.
Ex-comandante-geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, Azevedo é uma das principais figuras do bolsonarismo no Legislativo potiguar e faz oposição à governadora Fátima Bezerra. Na pesquisa mais recente do Instituto Exatus, divulgada no sábado (3), ele apareceu com 1,35% das intenções de voto na pesquisa espontânea para deputado estadual.
Apesar do percentual registrado na última pesquisa, Azevedo já apareceu em posições de liderança em outros levantamentos. Ao comentar o desempenho, o parlamentar afirmou que sua votação está relacionada à identificação de parte do eleitorado com suas propostas e posicionamento político.
Em 2022, Azevedo foi reeleito com 62.607 votos, alcançando a terceira maior votação geral para deputado estadual no Rio Grande do Norte e sendo o candidato mais votado entre os eleitos pelo PL.
Antes da carreira política, o deputado atuou por décadas na Polícia Militar. Ingressou na corporação em 1988, tornou-se coronel em 2008 e comandou a instituição em 2017. Também chefiou o Gabinete de Segurança Institucional do Tribunal de Justiça entre 2015 e 2017.
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A pesquisa do Instituto Exatus ouviu 1.500 eleitores entre 28 e 30 de setembro, com margem de erro de 2,53 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob os números RN-08811/2026 e BR-00242/2026.
Neste domingo, os eleitores potiguares escolhem os 24 deputados estaduais que irão compor a Assembleia Legislativa. A eleição segue o sistema proporcional, no qual a distribuição das vagas considera não apenas os votos individuais, mas também o desempenho dos partidos e federações.
Por isso, o percentual obtido por um candidato nas pesquisas não determina, isoladamente, sua eleição. A definição das cadeiras depende da votação total das legendas e das regras do sistema proporcional.