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Política

Articulação para mandato-tampão no RN surpreende presidente da Assembleia; saiba como seria o acordo entre União Brasil/PP com o PT

Ezequiel Ferreira, presidente da Assembleia Legislativa, se surpreende com articulação e alerta para mudanças no cenário político potiguar  |  Reprodução internet

Publicado em 03/03/2026, às 10h01   Reprodução internet   BNews Natal

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As movimentações políticas em torno de um possível mandato-tampão no Governo do Rio Grande do Norte ganharam novo capítulo e provocaram reação nos bastidores da Assembleia Legislativa.

A federação formada por União Brasil e Partido Progressistas iniciou articulações, com intermediação do deputado Kleber Rodrigues junto ao Governo do Estado, para tentar construir um nome de consenso entre a governadora Fátima Bezerra e o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, para assumir o comando do Executivo até o fim de 2026.

A proposta discutida na reunião da federação aponta o deputado Francisco do PT como possível nome de convergência.

A federação formada por União Brasil e Partido Progressistas iniciou articulações, com intermediação do deputado Kleber Rodrigues junto ao Governo do Estado, para tentar construir um nome de consenso entre a governadora Fátima Bezerra e o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, para assumir o comando do Executivo até o fim de 2026.

Ezequiel Ferreira foi surpreendido

De acordo com informações apuradas nos bastidores do cenário político do RN, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira, não participou da construção inicial da proposta e teria tomado conhecimento da movimentação pela imprensa.

A ausência de comunicação prévia causou surpresa e acendeu o alerta no entorno do parlamentar.

Reação nos bastidores

Aliados avaliam que, se havia algum fator capaz de acelerar o posicionamento de Ezequiel no tabuleiro político, ele foi criado com a divulgação da articulação.

A leitura é de que o movimento da federação pode antecipar decisões e redefinir estratégias para a sucessão estadual, especialmente diante da possibilidade de vacância do cargo em 2026.

Nos corredores da política potiguar, o episódio reforça que o debate sobre o mandato-tampão já saiu do campo das hipóteses e passou a integrar oficialmente o jogo sucessório.

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