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Publicado em 16/10/2025, às 13h34 O nome “Rastro Químico” faz referência à continuidade das investigações e à atuação constante das forças de segurança no rastreamento de substâncias sintéticas - Divulgação/Polícia Civil do RN José Nilton Jr.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, juntamente com a Receita Federal, executou nesta semana a Operação “Rastro Químico”, uma nova ofensiva contra o tráfico de drogas no RN. Como resultado da ação, os agentes apreenderam mais de 30 quilos de entorpecentes, entre crack e cocaína.
Segundo a Polícia Civil, a primeira grande apreensão aconteceu na última segunda-feira (13), quando agentes conseguiram interceptar 16 quilos de crack. Além de a cartga ter sido confiscada, dois suspeitos foram identificados e estão sendo monitorados.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, juntamente com a Receita Federal, executou a Operação “Rastro Químico”, uma nova ofensiva contra o tráfico de drogas no RN. Como resultado da ação, os agentes apreenderam mais de 30 quilos de entorpecentes, entre crack e cocaína. pic.twitter.com/VuHkNY7kCI
— BNews Natal (@BnewsNatal) October 16, 2025
Já nesta quinta-feira (16), uma nova etapa da operação foi executada, levando à apreensão de 5,7 kg de cocaína e 10,6 kg de crack, totalizando 32,3 quilos de drogas retiradas de circulação.
A segunda fase é um desdobramento direto da “Operação Duplo Impacto”, que havia sido feita anteriormente pelas mesmas forças e resultou na prisão de três homens responsáveis pelo transporte de mais de uma tonelada de maconha.
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Ainda segundo as investigações, os suspeitos dos dois casos pertencem ao mesmo grupo criminoso, especializado em movimentar drogas de alto valor por meio de rotas interestaduais.
O nome “Rastro Químico” faz referência à continuidade das investigações e à atuação constante das forças de segurança no rastreamento de substâncias sintéticas como crack e cocaína. De acordo com os investigadores, o grupo usava técnicas sofisticadas de disfarce químico para tentar burlar a fiscalização.
As operações foram executadas pela Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR), por meio da Delegacia Especializada em Narcóticos (DENARC/Natal), em conjunto com equipes da Receita Federal.
O caso só foi divulgado agora porque as equipes precisavam concluir os processos policiais e fiscais, além de garantir o sigilo necessário à continuidade das investigações, que ainda buscam localizar outros integrantes da quadrilha e identificar a origem exata das drogas.
A Polícia Civil reforçou o pedido de colaboração da população no combate à criminalidade, lembrando que denúncias anônimas podem ser feitas pelo Disque Denúncia 181.