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Tecnologia potiguar vai “invadir” a COP30 com inteligência artificial que enxerga o invisível

As cidades potiguares serão vitrine do Brasil em inovação ambiental na COP30, destacando o projeto Aruanã.ai  |  Reprodução/Projeto Aruanã.ai

Publicado em 28/10/2025, às 15h46   Reprodução/Projeto Aruanã.ai   Giovana Gurgel

Os municípios de Nísia Floresta e Canguaretama, no Rio Grande do Norte, serão vitrines do Brasil na COP30, em Belém (PA), entre 10 e 21 de novembro de 2025.

As cidades foram escolhidas para representar o país em inovação verde e gestão ambiental inteligente, por meio do projeto Aruanã.ai, plataforma nacional de inteligência artificial ambiental desenvolvida pela empresa Local DC.

Inovação que protege o planeta

A ferramenta criada pela Local DC combina inteligência artificial, visão computacional e blockchain para monitorar o meio ambiente em tempo real.

O sistema detecta queimadas, desmatamento, poluição e outros riscos ambientais, emitindo alertas automáticos que ajudam a prevenir danos à natureza.

De acordo com a empresa, a tecnologia é capaz de “enxergar o que o olho humano não alcança”, antecipando problemas antes que se tornem tragédias.

A presença do Aruanã.ai na COP30 coloca o Rio Grande do Norte como exemplo de inovação sustentável, mostrando como a tecnologia pode ser uma aliada direta na preservação ambiental e no combate às mudanças climáticas.

Cidades inteligentes e sustentáveis

Em Nísia Floresta, serão implantadas 30 Unidades de Monitoramento Inteligente (UMIs) equipadas com 60 câmeras, distribuídas entre praias e lagoas. O objetivo é fortalecer o turismo sustentável e garantir a proteção dos ecossistemas locais.

Em Canguaretama, o mesmo número de unidades será instalado em áreas de manguezal e praias, ampliando a observação da fauna e da flora e promovendo o turismo responsável.

As duas cidades se tornam pioneiras no uso de inteligência artificial ambiental em escala municipal, com potencial para inspirar outras regiões do país e da América Latina.

Tecnologia e sustentabilidade de mãos dadas

A instalação da infraestrutura tecnológica começa em 3 de novembro, dando início a uma nova fase da integração entre inovação digital e preservação ambiental no Rio Grande do Norte.

O projeto reforça o papel do estado como referência nacional em soluções sustentáveis e prepara o caminho para sua apresentação no maior evento climático do planeta.

Classificação Indicativa: Livre


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