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Publicado em 21/11/2025, às 09h08 Reprodução/Freepik Bruna Souza
O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é uma das despesas fixas anuais para milhões de brasileiros. Com a virada do ano se aproximando, a grande questão para os motoristas é sobre o valor dessa taxa em 2026.
A chave para evitar sustos no início do ano reside em entender a fórmula de cálculo e se antecipar na consulta. O valor do imposto é definido pela combinação de dois fatores que variam conforme o estado e o veículo.
O custo do IPVA não é fixo; ele depende diretamente da legislação do estado onde o veículo está registrado e do valor de mercado; contudo fórmula base para esse cálculo de imposto é: valor do IPVA=Valor Venal do veículo x alíquota estadual
É o preço de mercado estimado; os estados utilizam a Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) ou um parâmetro similar como referência, como explica o portal FDR. É importante notar que veículos mais novos ou modelos que se valorizaram no mercado de usados podem ter um valor venal mais alto, elevando o IPVA.
É o percentual definido por cada estado, que será aplicado sobre o valor venal. As alíquotas variam bastante no país, estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais costumam manter taxas mais altas, próximas a 4% para carros de passeio.
Para 2026, alguns estados, como o Paraná, já sinalizaram a intenção de reduzir a alíquota de 3,5% para 1,9%, o que representaria uma economia significativa para os motoristas locais. No Rio Grande do Norte, atualmente, a alíquota está em 3% para carros de passeio.
Quase todos os estados oferecem desconto para o pagamento do IPVApago em cota única, ou seja, à vista, geralmente na primeira data de vencimento do calendário anual. Planejar a quitação antecipada é a melhor maneira de economizar.
Também é fundamental verificar se o seu veículo se enquadra nas regras de isenção, como veículos antigos, de pessoas com deficiência, táxis, ou de alíquotas diferenciadas do seu estado.
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