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Publicado em 05/11/2025, às 06h24 Reprodução/Unsplash Marina Gonçalves
Nos últimos anos, assistir a filmes, séries e programas de TVficou mais fácil do que nunca. Isso porque as plataformas de streaming cresceram e novas opções surgiram.
No entanto, junto com essa revolução, também apareceram caminhos alternativos para quem busca acesso a tudo pagando pouco ou até mesmo nada.
De acordo com reportagem do portal UOL, realizada pela editoria Tilt, há um esquema conhecido popularmente como ‘gatonet’ que envolve caixas de TV (TV boxes) e dispositivos semelhantes que oferecem milhares de canais de forma irregular.
Ainda segundo o portal, os serviços funcionam por meio de aplicativos instalados em TVs boxes piratas e celulares, muitos deles já com o sistema modificado e sem as proteções do Google.
Esses serviços costumam oferecer acesso gratuito por um período e depois cobram assinaturas mensais, semestrais, anuais ou até “vitalícias”. Por pagarem, alguns usuários nem percebem que estão consumindo conteúdo pirata.
As plataformas ilegais reúnem canais pagos e catálogos de filmes e séries, usando servidores que retransmitem sinais de TV ou liberam acesso a acervos piratas.
Recentemente, uma operação na Argentina identificou o centro de marketing e vendas de vários serviços de gatonet. No fim de agosto, a unidade de cibercrime de San Isidro, em Buenos Aires, realizou buscas em prédios usados para distribuir conteúdo pirata, com apoio da Alianza, grupo que combate à pirataria na América Latina.
Após a ação, diversos serviços começaram a sair do ar no último fim de semana e, de acordo com a Alianza, o caso corre sob sigilo e a queda dos sinais estaria ligada ao avanço das investigações do Ministério Público argentino. Não há números oficiais de afetados, mas a operação apontou cerca de 6,2 milhões de assinantes pagos, sendo 4,6 milhões somente no Brasil.
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