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Casos de AVC crescem e acendem alerta no Rio Grande do Norte; prevenção e monitoramento são essenciais

O número de mortes por Acidente Vascular Cerebral voltou a crescer no Brasil, com 18.724 registros entre janeiro e abril deste ano  |  Reprodução/Freepik

Publicado em 04/11/2025, às 13h26   Reprodução/Freepik   Giovana Gurgel

O número de mortes por Acidente Vascular Cerebral (AVC) voltou a crescer no Brasil, e o cenário também preocupa no Rio Grande do Norte.

De acordo com dados do Portal da Transparência dos Cartórios de Registro Civil, entre janeiro e abril deste ano foram registradas 18.724 mortes pela doença em todo o país - uma a cada sete minutos.

No RN, a enfermidade segue entre as principais causas de óbito, reforçando a necessidade de hábitos preventivos e acompanhamento médico regular.

Prevenção é o melhor remédio

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o AVC cause mais de seis milhões de mortes por ano no mundo, número que pode chegar a quase dez milhões até 2050.

A doença ocorre quando o fluxo sanguíneo para o cérebro é interrompido, levando à morte de células cerebrais. Existem dois tipos principais: o isquêmico, causado pela obstrução de uma artéria, e o hemorrágico, provocado pelo rompimento de um vaso.

Embora mais comum em pessoas acima dos 60 anos, o AVC vem afetando adultos cada vez mais jovens. Segundo o Ministério da Saúde, as internações de pacientes com até 50 anos cresceram 32% entre 2008 e 2024.

O principal fator de risco segue sendo a hipertensão arterial, mas diabetes tipo 2, colesterol alto, obesidade, tabagismo e consumo de álcool também elevam significativamente as chances de ocorrência.

Tecnologia aliada do cuidado diário

“Hoje é possível monitorar a pressão em casa com aparelhos automáticos e de fácil uso. Esse acompanhamento constante ajuda na detecção precoce de alterações e permite intervenções rápidas e eficazes”, destaca Pedro Henrique de Abreu, gerente da G-TECH.

Ele explica que o uso de dispositivos domésticos - como medidores de pressão arterial, glicosímetros e oxímetros - tem democratizado o cuidado preventivo.

“Esses aparelhos foram pensados justamente para facilitar o acompanhamento e incentivar o autocuidado, que é a base da prevenção”, afirma.

Dormência em um lado do corpo, dificuldade para falar, perda de visão, desequilíbrio e dor de cabeça súbita estão entre os sinais de alerta. Reconhecer esses sintomas e agir rapidamente pode reduzir sequelas e salvar vidas.

Equipamentos que ajudam na prevenção

Entre os dispositivos indicados pela G-TECH estão:

  • Medidores de pressão automáticos (LA800, MA100 e BSP11) – controlam a hipertensão e armazenam resultados para acompanhamento. O BSP11 conta ainda com indicador de arritmia.

  • Medidor de pressão de pulso Smart Connect – permite medições fora de casa e possui conexão Bluetooth e tecnologia 3D Sensor.

  • Glicosímetros (G-Tech Free e Lite) – monitoram os níveis de glicose, fundamentais para quem tem diabetes.

  • Oxímetro de pulso OLED Graph – mede a saturação de oxigênio e frequência cardíaca, útil para detectar complicações respiratórias e circulatórias.

Saúde potiguar em foco

No Rio Grande do Norte, onde a hipertensão e o diabetes figuram entre as doenças crônicas mais comuns, especialistas reforçam a importância de políticas públicas voltadas à prevenção.

O monitoramento regular da pressão e da glicemia, aliado a hábitos saudáveis, pode evitar complicações graves e reduzir a sobrecarga dos serviços de saúde.

Em um país onde o AVC ainda é uma das principais causas de morte e incapacidade, a tecnologia se torna aliada silenciosa - lembrando que o cuidado contínuo e a prevenção seguem sendo os caminhos mais eficazes para proteger a vida.

Classificação Indicativa: Livre


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