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Publicado em 21/11/2025, às 08h07 Reprodução/Redes Sociais Bruna Souza
Em 2024, o Governo Federal implementou a Carteira de Identidade Nacional (CIN), um documento padronizado que promete revolucionar a identificação no Brasil ao unificar o registro civil de todos os cidadãos.
A CIN substitui o antigo Registro Geral (RG) e adota o CPF (Cadastro de Pessoa Física) como o único número de identificação em todo o território nacional. Apesar da urgência na implementação e da repercussão sobre a substituição, a boa notícia é que ainda tem tempo para fazer a troca.
O prazo final para o uso da versão antiga do RG está bem distante, apenas em 2032.No entanto, o processo de emissão da nova CIN já está em andamento na maioria dos estados e no Distrito Federal.
De acordo com o decreto nº 10.977/2022, o documento antigo continuará válido por mais alguns anos, dando aos cidadãos tempo para se adaptarem à mudança, com afirma o portal ND+.
A CIN foi criada para tornar a identificação mais segura, combater fraudes e simplificar a vida do cidadão, que passa a ter um único número de identificação em nível federal.
O número do RG estadual é eliminado, e o CPF se torna o único número de registro. A CIN é emitida em formato físico (papel ou policarbonato) e também possui uma versão digital acessível pelo aplicativo Gov.br.
O documento inclui um QR Code que permite a verificação rápida de sua autenticidade e validade, além de indicar se o documento foi furtado ou extraviado. Também possui a Zona Legível por Máquina (MRZ), padrão internacionalmente utilizado em passaportes.
Isso permite que a CIN seja usada como documento de viagem em países que possuem acordo com o Brasil, como os membros do Mercosul, embora não substitua o passaporte para outros destinos.
A troca do documento deve ser realizada nos institutos de identificação de cada estado. Para obter a CIN, o cidadão precisa apresentar a certidão de nascimento ou a certidão de casamento.
Na maioria dos estados, é necessário realizar um agendamento prévio por meio dos links oficiais de cada unidade federativa. Um ponto importante é checar que o CPF esteja regularizado na Receita Federal antes de iniciar o processo.
A primeira via da nova Carteira de Identidade Nacional é gratuita em todo o país. O modelo em cartão de policarbonato, que é opcional, pode ter custo definido por cada estado.
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