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Alerta no RN: primeiros casos de mpox em 2026 são confirmados pela Sesap

Dois pacientes em Natal e São Gonçalo do Amarante testaram positivo para mpox, mas não necessitaram de internação hospitalar  |  Reprodução: Internet

Publicado em 12/03/2026, às 19h57   Reprodução: Internet   Jussier Lucas

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A Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) confirmou, nesta quinta-feira (12), os dois primeiros casos de mpox registrados no estado em 2026. As ocorrências envolvem pacientes residentes em Natal e São Gonçalo do Amarante, ambos na Região Metropolitana.

De acordo com a pasta, os registros foram identificados entre os dias 15 de fevereiro e 7 de março. Apesar da confirmação da infecção, nenhum dos pacientes precisou de internação hospitalar.

A Sesap informou ainda que as equipes de vigilância seguem monitorando a situação epidemiológica e adotando os protocolos recomendados para acompanhamento dos casos confirmados.

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Investigação de caso suspeito

Além das duas confirmações, a Secretaria de Saúde também investiga um caso suspeito de mpox em São Gonçalo do Amarante. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde do paciente.

No mês de fevereiro, uma paciente chegou a ser isolada em Mossoró por suspeita da doença. No entanto, exames laboratoriais descartaram a infecção após análise clínica.

A mpox é uma doença viral que pode provocar lesões na pele, aumento dos gânglios linfáticos (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e sensação de fraqueza. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões cutâneas, fluidos corporais ou objetos contaminados.

Segundo o Ministério da Saúde, o tratamento é baseado em suporte clínico para aliviar os sintomas e evitar complicações, já que ainda não existe um medicamento específico para combater o vírus.

Classificação Indicativa: Livre


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