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Publicado em 24/11/2025, às 14h32 Foto: Unsplash Nathalia Quiereguini
O Nordeste brasileiro não é apenas rico em cultura e belezas naturais, ele também abriga algumas das empresas mais valiosas do país.
O Ranking Valor 1000, compilado pelo MeioNorte, lista as 20 maiores empresas da região, mostrando a diversidade de setores e a força econômica consolidada.
No topo está a Braskem, da Bahia, com receita líquida de R$ 105,625 bilhões, seguida pela Suzano, também da Bahia, com R$ 40,965 bilhões, reforçando a força industrial da região.
Outras empresas químicas importantes incluem a CIBRA (BA) e a Sumitomo Chemical (CE).
A Equatorial Energia (MA) lidera no setor elétrico com R$ 24,240 bilhões, enquanto o Grupo Mateus (MA) registra R$ 15,876 bilhões em varejo.
No Rio Grande do Norte, a ALE Combustíveis soma R$ 14,166 bilhões, mostrando a relevância do setor de energia e petróleo.
A produção de alimentos aparece com destaque: M. Dias Branco (CE) fatura R$ 7,814 bilhões e o Grupo Três Corações (CE) R$ 5,681 bilhões.
No setor de moda, a Guararapes (RN) tem R$ 7,221 bilhões. Na siderurgia, o Grupo Aço Cearense soma R$ 5,385 bilhões, e a Paranapanema (BA) R$ 4,715 bilhões.
A EMBASA (BA), no saneamento, registra R$ 4,083 bilhões, e a Petrobahia (BA) atua no petróleo com R$ 4,040 bilhões, mostrando a diversidade de setores essenciais presentes no Nordeste.
A Bahialidera em representatividade, enquanto Sergipe aparece com apenas uma empresa no ranking (CENCOSUD). Curiosamente, nenhuma das 20 maiores empresas do Nordeste tem sede em Alagoas, evidenciando desigualdade regional.
O levantamento mostra que o Nordeste é um polo econômico diversificado, com empresas relevantes em química, energia, varejo, alimentos, moda e saneamento.
A região vai muito além do turismo e da cultura, oferecendo oportunidades estratégicas para investimentos e negócios de impacto nacional.
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