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Publicado em 29/11/2025, às 09h00 Reprodução/Pixabay Marina Gonçalves
Sabemos que, dependendo do tamanho e da velocidade, um meteoropode causar grandes estragos. Mas agora imagine poder saber antes onde ele poderia cair? É justamente isso que um novo estudo indica.
De acordo com informações do portal R7, a nova pesquisa, que foi publicada no arXiv, investigou as áreas do planeta com maior risco de colisão por meteoros.
Segundo os pesquisadores, simulações de trajetórias de meteoros mostram que impactos são mais prováveis perto do Equador, principalmente durante a estação do inverno.
Esse comportamento se relaciona com a órbita da Terra e a trajetória do Sol pela Via Láctea. Ainda assim, os cientistas destacam que a probabilidade de um impacto é 'extremamente baixa'.
De acordo com a pesquisa, a velocidade é decisiva: meteoros que transitam lentamente podem ser puxados pelo Sol, o pode aumentar o risco de cruzarem o caminho da Terra.
Já os objetos interestelares mais rápidos, mal sofrem influência gravitacional e representam pouco perigo. O estudo revelou ainda um padrão ligado ao calendário e mostra que no inverno, quando a Terra se coloca no lado oposto ao caminho do Sol, o risco de colisão sobe.
“Os impactos de maior velocidade têm mais chance de ocorrer na primavera, quando a Terra se move em direção ao ápice solar. No entanto, impactos em geral são mais prováveis no inverno, quando a Terra está posicionada na direção do antápice”, diz o estudo.
Ainda segundo o R7, a pesquisa ainda explica que os meteoros tendem a cair com mais frequência nas áreas de baixas latitudes próximas ao Equador, mostrando uma pequena predominância no Hemisfério Norte por causa do ápice.
“Essas distribuições são independentes da densidade numérica assumida de objetos interestelares, de seus albedos ou da distribuição de frequência de tamanhos, e estão disponíveis publicamente”, revela a pesquisa.
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