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Publicado em 05/12/2025, às 11h42 Reprodução/Pexels Marina Gonçalves
O La Niña, um dos fenômenos climáticosmais monitorados pelos cientistas, voltou a ganhar destaque desde seu retorno. Agora, a grande questão é: até quando ele deve durar?
De acordo com informações do portal UOL, a última publicação divulgada pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) na quinta-feira, dia 04, aponta que um La Niña fraco deve influenciar no comportamento do clima global ao longo do próximo trimestre, ou seja, até o ano que vem.
O La Niña provoca um resfriamento passageiro nas temperaturas do Pacífico, especialmente nas áreas central e oriental, alterando o comportamento de sua atmosfera.
Mesmo assim, a OMM alerta que diversas regiões podem continuar mais quente do que o habitual, o que eleva a possibilidade de eventos extremos como secas e inundações. A organização estima em 55% a chance de que um La Niña fraco se desenvolva entre este mês e fevereiro de 2026.
A entidade também destacou que, em novembro deste ano, os sinais que foram observados no Pacífico sugeriam uma situação limítrofe do La Niña. Para o início de 2026, é projetada a possibilidade entre 65% e 75% de que o sistema retorne à neutralidade, tanto no trimestre de janeiro a março quanto no período de fevereiro a abril do próximo ano.
Ainda segundo o UOL, a OMM reforçou que não há expectativa de formação de um El Niño. Isso significa que os efeitos normalmente associados ao fenômeno, como, por exemplo, maior formação de ciclones tropicais e chuvas acima da média em partes das Américas e em outros lugares não devem acontecer.
A Organização Meteorológica Mundial destacou ainda que as previsões sazonais podem gerar economia para agricultura, energia, saúde e transporte. E também acrescentou que o planejamento antecipado pode salvar milhares de vidas.
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