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Dicas para reduzir o vício no celular e recuperar seu foco diário

Veja dicas para diminuir o vício no celular e descobrir formas mais equilibradas de usar a tecnologia sem perder foco, tempo ou bem-estar no dia a dia.  |  Foto: Unsplash

Publicado em 19/11/2025, às 13h57   Foto: Unsplash   Nathalia Quiereguini

Se você anda percebendo que pega o celular no automático, às vezes sem nem perceber, dá aquele check nas redes sociais só para matar o tédio ou fica com dificuldade para focar em uma tarefa sem querer dar uma espiada na tela, saiba: isso não é só você.

Muitas pessoas vivem esse “loop vicioso” do celular, e há explicações bem interessantes vinda da neurociência para isso.

Segundo o Globo, um neurologista bastante citado (o Dr. Baibing Cheng, da Universidade de Michigan) propõe três estratégias bem práticas para reprogramar o cérebro, sem precisar abandonar o aparelho por completo.

Foto: Unsplash

1. Torne a tela menos “atraente”

A primeira ideia é quase mágica: reduzir a recompensa visual que o celular oferece.

Nosso cérebro adora cores vibrantes, vermelho, azul, “pop” visual, porque elas estimulam a liberação de dopamina, o neurotransmissor associado à sensação de recompensa.

Se você passar a usar o celular em modo preto e branco (grayscale), a tela perde parte desse poder de atração. Resultado? Menos impulsosautomáticos para ficar rolando feed sem objetivo.

2. Crie obstáculos para usar os apps viciantes

Não basta só tornar a tela chata: também é importante dificultar o acesso aos aplicativos mais “perigosos”.

Mude os ícones dessas redes para outra página da tela, faça logout quando terminar de usar, ou instale algo que insira um pequeno atraso na hora de abrir os apps.

Esses segundos extras são ouro porque dão tempo para o córtex pré-frontal, a parte do cérebro responsável pelo raciocínio e autocontrole, entrar em ação e evitar que você abra o app no impulso.

3. Substitua o hábito por algo que acalme de verdade

Quanto tempo desses minutos no celular é só para desestressar, relaxar ou distrair a mente? Muitas vezes, boa parte do uso automático vem justamente do tédio ou da ansiedade.

A sugestão é trocar esse comportamento por algo que realmente traga calma: respirar fundo, fazer um alongamento, dar uma pequena caminhada.

Dessa forma, o cérebro começa a associar esses momentos de pausa não a estímulos rápidos, mas à regulação, ou seja, a sensação de bem-estar sem precisar de estímulos constantes.

Classificação Indicativa: Livre


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