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Publicado em 19/11/2025, às 13h41 Foto: Unsplash Nathalia Quiereguini
O interesse pelos carros elétricos cresce no Brasil, mas a compra ainda levanta dúvidas, principalmente sobre bateria, autonomia e custos.
O texto da Itatiaia destaca cinco pontos essenciais para quem considera fazer essa mudança.
Um equívoco comum é achar que a bateria tem prazo curto de validade. O que costuma ter oito anos é a garantia, não a vida útil real. A bateria perde, em média, 1% a 3% da capacidade por ano, de forma gradual.
Segundo o material, ela pode levar até 20 anos para ficar próxima do fim de uso e ainda pode ser reaproveitada em outras funções antes do descarte.
Instalar um carregador dedicado facilita o dia a dia, mas não é obrigatório. O consumidor pode utilizar o carregador portátil que acompanha o veículo, desde que tenha uma tomada compatível.
A reportagem lembra que grandes cidades já contam com eletropostos em shoppings e supermercados. No caso de condomínios, a instalação é possível, mas exige avaliação técnica e aprovação formal.
O alcance informado pelas montadoras muda de acordo com o método de teste. No Brasil, o Inmetro adota um padrão que costuma indicar autonomia cerca de 30% menor em comparação ao ciclo europeu WLTP.
A matéria também reforça que temperaturas muito altas ou muito baixas podem reduzir o desempenho da bateria.
Com menos peças móveis, o motor elétrico demanda menos manutenção. Não há troca de óleo ou filtros, por exemplo.
Outro ponto citado é a frenagem regenerativa, que desacelera o veículo reutilizando energia e, de quebra, preserva freios, o que aumenta a durabilidade de pastilhas e discos.
Alguns estados oferecem isenção ou redução de IPVA para veículos elétricos. Em São Paulo, além do incentivo fiscal, os elétricos têm isenção do rodízio municipal, o que pode pesar positivamente na decisão de compra.
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