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Vereador desmente em vídeo ter sido preso em concurso da Polícia Penal do RN; entenda

A declaração do vereador surge após notícias sobre sua suposta prisão em operação contra fraudes em concurso público da Polícia Penal no RN  |  reprodução redes sociais Ramon

Publicado em 14/09/2026, às 09h20   reprodução redes sociais Ramon   ELÍ Bernardo

O vereador Ramon Aranha,  (União Brasil), de Goiana (PE), fez um pronunciamento em suas redes sociais para negar que tenha sido preso em flagrante durante um concurso público da Polícia Penal do Rio Grande do Norte, realizado neste domingo (13), em Natal (RN).

O que saiu na mídia é que o vice-presidente da Câmara Municipal de Goiana, em Pernambuco, Ramon Aranha (União), havia sido preso neste domingo (13), no Rio Grande do Norte, em meio a uma investigação sobre suspeitas de fraude em concurso público.

Porém, segundo o parlamentar, o celular que estava dentro de uma sacola plástica lacrada tocou durante a prova. Ele foi retirado da sala e submetido a uma revista pessoal, acompanhada por uma equipe policial, para verificar se carregava algum equipamento que pudesse ser utilizado para fraudar o concurso.

Ramon afirmou ainda que nenhum dispositivo irregular foi encontrado e que já está em casa com a família. “Eu não fui preso em flagrante, só fui alvo de uma revista”, declarou.

Vice-presidente da Câmara de Goiana é preso no RN em investigação sobre fraude em concurso -reprodução

Essa declaração ocorre após veículos noticiarem que o vereador estaria entre os 12 detidos em uma operação contra suspeitas de fraude no concurso.

Segundo informações divulgadas sobre a operação, os suspeitos teriam utilizado equipamentos eletrônicos para conseguir ou transmitir informações durante a prova. Ramon nega envolvimento com qualquer fraude.

Operação que investigou concurso em Goiana

A Operação Certame foi deflagrada em 1º de junho de 2021 com o objetivo de investigar uma associação criminosa suspeita de fraudar certame de interesse público.

Na ocasião, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Goiana. A operação mobilizou cerca de 80 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães.

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