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Publicado em 20/10/2026, às 10h03 Divulgação Lavínia Manso
O Rio Grande do Norte contabilizou 1.863 incêndios em vegetação entre janeiro e setembro de 2026, um crescimento de 21,4% em comparação com o mesmo intervalo de 2025, quando houve 1.534 registros. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN), o aumento da demanda levou ao reforço de equipes e viaturas em diferentes regiões do estado.
De acordo com o diretor do Comando Regional 1, coronel Marcos Miranda, a estrutura operacional foi ampliada com novas viaturas e equipes extras, mobilizadas por meio de diárias operacionais para atender às ocorrências.
O coronel também ressaltou a necessidade de prevenir novos casos. Queimadas, queima de lixo e uso de fogo para limpar terrenos estão entre as práticas que podem iniciar incêndios.
Os efeitos do fogo podem ultrapassar as áreas de vegetação. Além de atingir plantas e animais, as chamas ameaçam residências e colocam em risco a vida de quem está nas proximidades.
A fumaça também pode provocar problemas respiratórios e dificultar a visão de motoristas nas rodovias. Para evitar novos focos, o CBMRN orienta a população a não queimar resíduos ou terrenos e a não descartar pontas de cigarro em locais com vegetação seca.
Ao identificar um incêndio, a recomendação é manter distância da área atingida e chamar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.