Zé Galado
Parece que a nossa querida e pacata Galinhos resolveu imitar a badalada Fernando de Noronha. Uma turminha pra lá de arisca da capital do RN desembarcou por lá no fim de ano e resolveu aprontar uma farrinha em grupo em uma pousada local.
O problema é que não contavam com as câmeras do local. Uma das moças — famosa advogada — foi flagrada em cliques nada pudicos, e o papai, segundo consta, ficou chocado com as cenas, que, de acordo com Zé Galado, deixariam Calígula no infantil juvenil.
As imagens estão guardadas a sete chaves. Ou melhor: a dezenas de chaves, todas muito bem escondidas no coração de Areia Preta.
Consignado fantasma
O servidor jura que o desconto apareceu. O banco jura que o dinheiro não chegou. E o governo… bem,
o governo jura que vai explicar. Nos corredores, já tem gente chamando o caso de “empréstimo mediúnico”: sai do contracheque, mas ninguém vê pra onde foi.
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Operação com eco
Depois da última operação barulhenta, teve político que correu pra dizer que “não tem nada a ver com isso”. Curioso é que ninguém tinha perguntado. Quando a defesa vem antes da acusação, o cheiro costuma ser de pólvora fria.
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Gestão terceirizada
Tem prefeitura onde quem manda não é o prefeito, é o fornecedor. O gestor assina, sorri e posa pra foto; quem decide mesmo usa CNPJ e fala baixo. Nos bastidores, já tratam a administração como “governo por contrato”.
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Amnésia seletiva
Deputado que ontem batia palma pra governo hoje diz que “sempre foi crítico”. A memória é curta, mas a internet é longa. Tem vídeo guardado que promete reaparecer na época certa — geralmente perto das urnas.
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Pré-campanha disfarçada
Oficialmente é agenda institucional. Extraoficialmente, é santinho em versão 2026. Tem político rodando o estado inteiro, abraçando até poste, mas jurando que não é candidato a nada. Só falta pedir música no Fantástico.
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Aliado demais
Tem governo que sofre não com oposição, mas com excesso de aliados. Todo mundo quer cargo, espaço, verba e discurso. Quando a conta não fecha, começa o empurra-empurra — e a lealdade vira artigo de luxo.
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Silêncio que grita
Após dias dominando os blogs, certo personagem público resolveu entrar em modo avião. Assessoria sumiu, telefone não chama e a frase mais ouvida é “vamos aguardar”. Quando a estratégia é o silêncio, geralmente é porque o barulho vem depois.
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Moral em horário comercial
Tem político que defende família, bons costumes e moral… até o expediente acabar. Fora do horário, a coerência tira folga. E o problema nunca é o ato — é só o vazamento.
Parece que a nossa querida e pacata Galinhos resolveu imitar a badalada Fernando de Noronha. Uma turminha pra lá de arisca da capital do RN desembarcou por lá no fim de ano e resolveu aprontar uma farrinha em grupo em uma pousada local.
O problema é que não contavam com as câmeras do local. Uma das moças — famosa advogada — foi flagrada em cliques nada pudicos, e o papai, segundo consta, ficou chocado com as cenas, que, de acordo com Zé Galado, deixariam Calígula no infantil juvenil.
As imagens estão guardadas a sete chaves. Ou melhor: a dezenas de chaves, todas muito bem escondidas no coração de Areia Preta.
Consignado fantasma
O servidor jura que o desconto apareceu. O banco jura que o dinheiro não chegou. E o governo… bem, o governo jura que vai explicar. Nos corredores, já tem gente chamando o caso de “empréstimo mediúnico”: sai do contracheque, mas ninguém vê pra onde foi.
Operação com eco
Depois da última operação barulhenta, teve político que correu pra dizer que “não tem nada a ver com isso”. Curioso é que ninguém tinha perguntado. Quando a defesa vem antes da acusação, o cheiro costuma ser de pólvora fria.
Gestão terceirizada
Tem prefeitura onde quem manda não é o prefeito, é o fornecedor. O gestor assina, sorri e posa pra foto; quem decide mesmo usa CNPJ e fala baixo. Nos bastidores, já tratam a administração como “governo por contrato”.
Amnésia seletiva
Deputado que ontem batia palma pra governo hoje diz que “sempre foi crítico”. A memória é curta, mas a internet é longa. Tem vídeo guardado que promete reaparecer na época certa — geralmente perto das urnas.
Pré-campanha disfarçada
Oficialmente é agenda institucional. Extraoficialmente, é santinho em versão 2026. Tem político rodando o estado inteiro, abraçando até poste, mas não assumiu candidatura nenhuma ainda. Só falta pedir música no Fantástico.
Aliado demais
Tem governo que sofre não com oposição, mas com excesso de aliados. Todo mundo quer cargo, espaço, verba e discurso. Quando a conta não fecha, começa o empurra-empurra — e a lealdade vira artigo de luxo.
Silêncio que grita
Após dias dominando os blogs, certo personagem público resolveu entrar em modo avião. Assessoria sumiu, telefone não chama e a frase mais ouvida é “vamos aguardar”. Quando a estratégia é o silêncio, geralmente é porque o barulho vem depois.
Aliança descartável
Nos bastidores, o amor é eterno — até a próxima pesquisa. Tem político que já trocou de “projeto” duas vezes este ano e jura que agora é definitivo. Em 2026, fidelidade vai valer menos que panfleto molhado.
Base inflada
Pré-candidato anuncia apoio como quem anuncia promoção de supermercado. Junta prefeito, ex-prefeito, suplente e até adversário histórico. No papel, é bonito. Na urna, metade costuma evaporar.
Sombra grande
Tem pré-candidato que fala grosso, mas só cresce quando está colado em padrinho político. Sozinho, some. Em 2026, vai ter muito nome descobrindo que sombra não vota.
Amigos até dezembro
Hoje é “meu irmão”, “meu aliado”, “meu parceiro”. Depois do fechamento das chapas, vira “não foi possível construir”. Zé Galado lembra que a política do RN já conhece bem esse roteiro — só muda o elenco.
Pesquisa seletiva
Quando a pesquisa é boa, vira manchete. Quando é ruim, vira “levantamento interno”. Tem gente que confia muito nos números… desde que eles obedeçam.
Classificação Indicativa: Livre
Modo Karaokê
som poderoso
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