Política
Salatiel de Souza, ex-candidato a prefeito de Parnamirim, ajuizou uma Ação Popular contra a Prefeitura e a Construtora Solares LTDA para garantir o pagamento imediato de salários atrasados a trabalhadores terceirizados, como merendeiras e vigias.
A petição destaca falhas na fiscalização da Prefeitura e a violação de direitos trabalhistas, apontando que os atrasos refletem uma lesão à moralidade administrativa e à dignidade dos trabalhadores.
A ação judicial solicita que o Município pague os salários devidos, apresente um relatório dos funcionários afetados e adote medidas para evitar novos atrasos, enquanto o caso aguarda análise do Judiciário.
O comunicador e ex-candidato a prefeito de Parnamirim pelo Partido Liberal (PL), Salatiel de Souza, ingressou com uma Ação Popular com pedido de tutela de urgência contra a Prefeitura e a empresa Construtora Solares LTDA EPP, responsável pela terceirização de serviços essenciais no município.
O objetivo é garantir o pagamento imediato de trabalhadores que estão há meses sem receber salário. O recurso busca assegurar a remuneração de profissionais como merendeiras, ASGs, vigias e auxiliares administrativos que atuam diariamente nas escolas e repartições públicas do município.
Segundo a petição, o atraso nos pagamentos revela falha de fiscalização da Prefeitura e desrespeito a direitos trabalhistas básicos, mesmo após repasses públicos realizados à empresa contratada. O documento aponta que a situação representa “lesão à moralidade administrativa, ao patrimônio público e à dignidade humana dos trabalhadores”.
A petição também pede que o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério Público Estadual (MPRN) sejam intimados a acompanhar o caso, diante dos prejuízos reiterados sofridos pelos profissionais terceirizados.
Para Salatiel, o pedido judicial é um ato de defesa da população e dos trabalhadores simples que sustentam o funcionamento dos serviços públicos:
“Essas pessoas não podem pagar a conta da má gestão. São pais e mães de família, merendeiras, vigias, ASGs, que estão há meses sem receber. O trabalhador não pode ser humilhado desse jeito.”
A ação segue para análise do Judiciário potiguar. Enquanto isso, centenas de trabalhadores aguardam uma solução urgente para regularizar seus salários.
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