Política

Salatiel aciona Justiça para garantir pagamento de trabalhadores terceirizados em Parnamirim

José Aldenir/Agora RN
Comunicador Salatiel de Souza pede pagamento imediato a trabalhadores terceirizados em Parnamirim, que estão sem salário há meses.  |   BNews RN - Divulgação José Aldenir/Agora RN
Dani Oliveira

por Dani Oliveira

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Publicado em 18/11/2025, às 08h18



Salatiel de Souza, ex-candidato a prefeito de Parnamirim, ajuizou uma Ação Popular contra a Prefeitura e a Construtora Solares LTDA para garantir o pagamento imediato de salários atrasados a trabalhadores terceirizados, como merendeiras e vigias.

A petição destaca falhas na fiscalização da Prefeitura e a violação de direitos trabalhistas, apontando que os atrasos refletem uma lesão à moralidade administrativa e à dignidade dos trabalhadores.

A ação judicial solicita que o Município pague os salários devidos, apresente um relatório dos funcionários afetados e adote medidas para evitar novos atrasos, enquanto o caso aguarda análise do Judiciário.

Resumo gerado por IA

O comunicador e ex-candidato a prefeito de Parnamirim pelo Partido Liberal (PL), Salatiel de Souza, ingressou com uma Ação Popular com pedido de tutela de urgência contra a Prefeitura e a empresa Construtora Solares LTDA EPP,  responsável pela terceirização de serviços essenciais no município. 

O objetivo é garantir o pagamento imediato de trabalhadores que estão há meses sem receber salário. O recurso busca assegurar a remuneração de profissionais como merendeiras, ASGs, vigias e auxiliares administrativos que atuam diariamente nas escolas e repartições públicas do município.

Segundo a petição, o atraso nos pagamentos revela falha de fiscalização da Prefeitura e desrespeito a direitos trabalhistas básicos, mesmo após repasses públicos realizados à empresa contratada. O documento aponta que a situação representa “lesão à moralidade administrativa, ao patrimônio público e à dignidade humana dos trabalhadores”.

A ação solicita que a Justiça determine que o Município:

  • efetue pagamento direto e imediato dos salários atrasados aos trabalhadores terceirizados;
  • apresente, em caráter urgente, um relatório completo de todos os funcionários afetados e dos valores devidos;
  • adote medidas eficazes de fiscalização e retenção contratual para impedir novos atrasos;
  • responsabilize a empresa contratada por eventuais danos causados ao erário e aos trabalhadores.

A petição também pede que o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério Público Estadual (MPRN) sejam intimados a acompanhar o caso, diante dos prejuízos reiterados sofridos pelos profissionais terceirizados.

Trabalhador não pode ser humilhado

Para Salatiel, o pedido judicial é um ato de defesa da população e dos trabalhadores simples que sustentam o funcionamento dos serviços públicos:

“Essas pessoas não podem pagar a conta da má gestão. São pais e mães de família, merendeiras, vigias, ASGs, que estão há meses sem receber. O trabalhador não pode ser humilhado desse jeito.”

A ação segue para análise do Judiciário potiguar. Enquanto isso, centenas de trabalhadores aguardam uma solução urgente para regularizar seus salários.

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