Política
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) declarou apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República e defendeu a união do grupo político após a divulgação de uma carta do ex-presidente Jair Bolsonaro. A manifestação foi publicada nas redes sociais no sábado (11), em meio às divergências internas envolvendo Flávio e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Ao comentar o cenário, Nikolas reafirmou que seguirá a orientação do ex-presidente e destacou a necessidade de preservar o projeto político do grupo.
“Desde que o presidente Jair Bolsonaro tomou sua decisão, estamos juntos no projeto Flávio Presidente e trabalhando por isso. Aliás, essa já é a segunda vez que o presidente pede publicamente união, maturidade e que diferenças pessoais sejam deixadas de lado em nome de algo maior”, escreveu.
Na mesma publicação, o parlamentar afirmou que não pretende alimentar disputas dentro do grupo político.
“Da nossa parte, não haverá espaço para vaidade, disputa interna ou ressentimentos. O foco é um só: o projeto que Jair Bolsonaro escolheu apoiar e que nós também apoiamos”, declarou.
A manifestação ocorreu após Flávio Bolsonaro divulgar uma carta escrita pelo pai, na qual o ex-presidente o definiu como seu "porta-voz" e pediu que aliados deixem de lado divergências para fortalecer sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto.
Brasília, 11/Jul/26
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) July 11, 2026
CARTA AOS BRASILEIROS
“Saudoso do contato com o povo, ao qual devo lealdade, escrevo num momento de decisão para o futuro de todos nós.
O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças, e cada um se empenhar pelo nosso… pic.twitter.com/5WM7FCjXr4
O conteúdo da carta foi lido por Flávio Bolsonaro durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais. Segundo o senador, a mensagem tem como objetivo evitar discursos divergentes entre integrantes do mesmo grupo político.
O posicionamento ocorre em meio à crise interna envolvendo Flávio Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que trocaram acusações públicas nas últimas semanas. Após os episódios, Michelle deixou a presidência do Partido Liberal Mulher (PL Mulher).
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