Política
Publicado em 02/04/2026, às 10h32 Malu Machado
Rafael Motta oficializou sua filiação ao PDT, buscando fortalecer sua posição para as eleições de 2026, após estar sem partido desde 2024. Essa movimentação pode impactar a configuração política no Rio Grande do Norte, especialmente na disputa ao Senado.
Motta, que obteve 385 mil votos em 2022, se junta a um time de peso no PDT, que inclui Jean Paul Prates, aumentando as chances do partido na próxima eleição. A articulação atual sugere uma aliança com Cadu Xavier e Samanda Alves, visando compor uma chapa competitiva.
Com sua filiação, o PDT se posiciona como um ator central nas discussões sobre a sucessão estadual e a renovação das bancadas federais, sinalizando um novo capítulo na política potiguar. A estratégia de Motta pode redefinir as candidaturas ao Senado e ao Governo no estado.
Nesta quinta-feira (2), o ex-deputado federal Rafael Motta oficializa sua filiação ao PDT, em um movimento que visa fortalecer as bases para as eleições de 2026.
A informação foi confirmada ao AGORA RN pela assessoria do ex-parlamentar, que detalhou que o convite para o ingresso na legenda partiu diretamente do presidente nacional da sigla e ministro, Carlos Lupi.
Aos 39 anos, Rafael Motta estava sem partido desde 2024, após sua passagem pelo Avante. O retorno à cena partidária através do PDT, que no estado é presidido pela ex-deputada Márcia Maia, sinaliza uma articulação estratégica dentro do campo progressista potiguar.
Com a chegada de Rafael, o partido encorpa sua lista de nomes de peso, que já conta com o ex-senador e ex-presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.
O movimento de Motta amplia significativamente as possibilidades de composição para a disputa ao Senado Federal. Em 2022, ainda filiado ao PSB, Rafael obteve uma votação expressiva de 385 mil votos, terminando a corrida em 3º lugar, o que o coloca como um nome competitivo para o próximo pleito.
Atualmente, a articulação desenhada nos bastidores dialoga com uma aliança que tem Cadu Xavier como pré-candidato ao Governo e Samanda Alves (PT) como nome para uma das cadeiras do Senado. Nesse arranjo, Rafael Motta passa a ser uma das alternativas naturais para ocupar a segunda vaga ao Senado na chapa majoritária.
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A filiação marca o fim de um período de independência partidária de Rafael e coloca o PDT no centro das discussões sobre a sucessão estadual e a renovação das bancadas federais no Rio Grande do Norte.
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