Política

Morre ex-Ministro da Desefa e Segurança Pública após longo tratamento contra câncer

Ibram - falecimento Raul Jungmann
Com mais de cinco décadas de vida pública, o ex-ministro foi vereador, deputado federal e presidiu o IBRAM, promovendo a sustentabilidade na mineração  |   BNews RN - Divulgação Ibram - falecimento Raul Jungmann
Elí Bernardo

por Elí Bernardo

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Publicado em 19/01/2026, às 08h43



Raul Jungmann, ex-Ministro da Defesa e Segurança Pública e atual presidente do Instituto Brasileiro de Mineração, faleceu aos 73 anos em Brasília após uma longa batalha contra o câncer de pâncreas, conforme confirmado pelo IBRAM.

Com uma carreira de mais de cinquenta anos na vida pública, Jungmann ocupou cargos de destaque em diversos ministérios e se destacou por sua defesa da democracia e do interesse público, especialmente no setor mineral.

O velório será restrito a familiares e amigos, e a presidente do IBRAM, Ana Sanches, expressou solidariedade à família, ressaltando a importância de Jungmann para o fortalecimento da entidade e a promoção de uma mineração sustentável.

Resumo gerado por IA

O ex-Ministro da Desefa e Segurança Pública, Raul Jungmann, diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) falceu neste domingo (18), aos 73 anos. A morte ocorreu em Brasília, após um longo tratamento contra o câncer de pâncreas. A nótícia foi confirmada pelo IBRAM.

O velório será realizado em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.

Quem era Raul Jungmann?

Raul Jungmann era pernambucano, participou por mais de cinco décadas da vida pública brasileira. Ao longo de sua trajetória, exerceu mandatos como vereador e deputado federal.

Também liderou quatro ministérios nos governos Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer: Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública.

No ano de 2022, assumiu a presidência do IBRAM, onde trabalhava pela transformação do setor mineral, com foco na defesa de uma mineração mais comprometido com a sustentabilidade, segundo a Agência Brasil.

Em nota, a presidente do Conselho Diretor do IBRAM, Ana Sanches, disse que Jungmann foi um "homem público de estatura singular, defensor da democracia e comprometido com o interesse público".

Para ela, Jungmann presidiu o instituto em um período decisivo, fortalecendo a entidade e beneficiando o setor mineral, em um ciclo marcado pelo diálogo, pela visão estratégica e pela integridade.

"Neste momento de profunda tristeza, o IBRAM manifesta solidariedade à família, amigos e colegas de jornada, agradecendo por tudo que Raul Jungmann representou para o Brasil, ao setor mineral e ao Instituto", disse a nota do Ibram.

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