Política
A deputada estadual Isolda Dantas, do Partido dos Trabalhadores (PT), comemorou na Assembleia Legislativa (ALRN) a aprovação, pela Câmara dos Deputados, da proposta que prevê o fim da jornada de trabalho na escala 6x1. A fala se deu nesta quinta-feira (28). O texto aprovado estabelece a redução imediata da carga horária semanal para 42 horas e, após um ano, a diminuição para 40 horas semanais, sem redução salarial. A matéria ainda será analisada pelo Senado Federal.
Durante pronunciamento, a parlamentar classificou a aprovação como uma conquista histórica para a classe trabalhadora e destacou que a medida representa um avanço nas condições de trabalho e na garantia de tempo para descanso e convivência familiar.
Segundo Isolda Dantas, a proposta superou críticas e questionamentos levantados ao longo da tramitação. A deputada afirmou que argumentos relacionados à possibilidade de aumento do desemprego ou ao suposto caráter eleitoreiro da pauta não impediram a aprovação do projeto.
Ao defender a mudança na legislação trabalhista, Isolda afirmou que o direito ao descanso e ao lazer deve ser assegurado aos trabalhadores. Para a parlamentar, a redução da jornada amplia a qualidade de vida da população sem comprometer os rendimentos dos empregados.
Em seu discurso, a deputada ressaltou que a aprovação é resultado da mobilização de trabalhadores e de parlamentares que apoiaram a proposta ao longo da tramitação no Congresso Nacional.
“É uma vitória da classe trabalhadora, dos parlamentares que sempre estiveram ao lado da classe e de quem precisa descansar para trabalhar. É um dia histórico”, declarou.
A parlamentar também direcionou críticas ao senador Rogério Marinho, do Partido Liberal (PL), ao comentar discussões que devem ocorrer no Senado Federal sobre a proposta.
De acordo com Isolda Dantas, o senador articula alterações para que a redução da carga horária seja definida por meio de negociação entre empregadores e trabalhadores. Para a deputada, esse formato colocaria os empregados em posição desfavorável durante as negociações.
“Quem precisa de emprego entra em uma negociação em desvantagem. É uma relação desigual e injusta para o trabalhador”, argumentou a parlamentar durante o pronunciamento no plenário.
Classificação Indicativa: Livre
Modo Karaokê
som poderoso
Notebook Poderoso
famoso copo
Smartwatch top