Política

Datafolha: Segurança pública e saúde são as áreas com pior avaliação no governo Lula

Marcelo Camargo/Agência Brasil
Dados recentes mostram que segurança pública e saúde são os setores mais criticados no governo Lula, segundo pesquisa Datafolha.  |   BNews RN - Divulgação Marcelo Camargo/Agência Brasil
Ranyere Fonseca

por Ranyere Fonseca

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Publicado em 17/05/2026, às 17h13



Novos dados da pesquisa Datafolha divulgados neste domingo (17) revelam que a segurança pública e a saúde são os setores mais criticados pela população no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os dois temas lideram o ranking de reprovação em um momento em que o eleitorado aponta justamente a saúde como a principal prioridade para o país.

De acordo com o levantamento, 16% dos entrevistados apontam a segurança pública como a área em que o governo federal mais falhou, seguida de perto pela saúde, com 15%. A área econômica e o combate à corrupção aparecem empatados logo atrás, com 13% de avaliações negativas.

Por outro lado, o governo colhe seus melhores resultados nas pautas sociais: o combate à fome e à miséria lidera o ranking de acertos com 13%, seguido pelo combate ao desemprego e pela educação, ambos mencionados por 10% dos ouvidos.

O Raio-X das prioridades do eleitor

O Datafolha também questionou os entrevistados sobre qual deveria ser o foco principal do próximo presidente da República. A saúde disparou na liderança, sendo a escolha de mais de um terço dos brasileiros. Veja o ranking:

  • Saúde: 34%
  • Educação: 15%
  • Segurança pública: 12%
  • Economia: 11%
  • Combate à fome e à miséria: 7%
  • Combate à corrupção: 7%
  • Combate ao desemprego: 6%

Avaliação geral estável

Apesar dos gargalos apontados nas áreas finalistas, a avaliação geral do governo Lula apresentou uma oscilação tímida, mas positiva, dentro da margem de erro. O percentual de brasileiros que consideram a gestão ruim ou péssima recuou de 40% para 39%. Já o grupo dos que avaliam o governo como ótimo ou bom subiu de 29% para 30%.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas em todo o país entre os dias 12 e 13 de maio de 2026 e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-00290/2026.

Classificação Indicativa: Livre

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