Política

Datafolha mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro no 1º turno

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Datafolha mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro no 1º turno  |   BNews RN - Divulgação Foto: Reprodução
Mayane Bezerra

por Mayane Bezerra

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Publicado em 16/05/2026, às 13h07



Uma nova pesquisa do Datafolha revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026 com 38%, seguido de Flávio Bolsonaro com 35%, indicando uma disputa acirrada entre os dois.

Além dos principais candidatos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema têm 3% cada, enquanto Renan Santos e Cabo Daciolo somam 2% e 1%, respectivamente, com 12% dos eleitores optando por votos em branco, nulos ou indecisos.

O levantamento, realizado com 2.004 eleitores, é o primeiro após reportagens sobre a relação de Flávio Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro, embora a pesquisa possa não refletir totalmente o impacto político desse caso devido ao momento das entrevistas.

Resumo gerado por IA

A nova pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 38% das intenções de voto no principal cenário de primeiro turno para a eleição presidencial de 2026. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 35%.

Na sequência, Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) registram 3% cada. Renan Santos aparece com 2%, enquanto Cabo Daciolo soma 1%. Outros 9% disseram que votariam em branco ou nulo, e 3% afirmaram não saber.

Em uma simulação de segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem empatados numericamente, com 45% das intenções de voto para cada um. Brancos e nulos somam 9%, enquanto 1% não soube responder.

O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre terça-feira (12) e quarta-feira (13). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa é a primeira divulgada após reportagens do Intercept Brasil sobre a relação entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo a Folha, parte das entrevistas foi feita antes da divulgação dos áudios relacionados ao caso, o que pode limitar a leitura sobre eventual impacto político do episódio.

Classificação Indicativa: Livre

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