Política
Publicado em 28/12/2025, às 19h18 Mayane Lins
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou crises de soluços e pressão arterial elevada após um procedimento cirúrgico, mas seu estado é considerado estável. A situação ocorre enquanto ele se recupera de intervenções médicas para tratar problemas de saúde persistentes.
Bolsonaro será submetido a uma nova cirurgia para o bloqueio do nervo frênico esquerdo, visando controlar as crises de soluço, além de continuar com fisioterapia e medidas preventivas contra trombose. Este é o terceiro procedimento desde sua internação no dia 24.
A equipe médica monitora a evolução do quadro de saúde do ex-presidente e avaliará a necessidade de novas intervenções. Bolsonaro, que cumpre pena de prisão, foi autorizado a deixar a Polícia Federal para tratamento hospitalar.
O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro voltou a apresentar crise de soluços e elevação da pressão arterial na noite deste sábado (27), após passar por um procedimento cirúrgico para bloqueio do nervo frênico direito. A informação foi divulgada neste domingo (28) pelo Hospital DF Star. De acordo com o boletim médico mais recente, o ex-presidente encontra-se estável e, no momento, sem soluços.
Segundo a equipe médica, Bolsonaro deve ser submetido nesta segunda-feira (29) a uma nova intervenção, desta vez para o bloqueio do nervo frênico esquerdo, responsável pelo controle do diafragma. O procedimento faz parte do tratamento para tentar controlar as crises recorrentes de soluço. Ele também seguirá com sessões de fisioterapia, além de medidas preventivas contra trombose venosa e acompanhamento clínico contínuo.
Este será o terceiro procedimento realizado desde a internação, iniciada no dia 24. Na quinta-feira (25), Bolsonaro passou por uma cirurgia para correção de hérnia inguinal. Já no sábado, foi submetido ao bloqueio do nervo frênico direito, primeira etapa do tratamento voltado ao controle dos soluços.
A equipe médica segue monitorando a resposta do paciente às intervenções, avaliando a necessidade de novos procedimentos conforme a evolução do quadro.
No início da semana passada, Bolsonaro foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a deixar a Polícia Federal, em Brasília, para realizar a internação hospitalar. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, em decorrência de condenação relacionada à tentativa de golpe de Estado.
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