Política
O candidato à Presidência Augusto Cury, do Avante, negou nesta segunda-feira (31) ter recorrido a robôs ou contratado influenciadores para impulsionar sua candidatura nas redes sociais após saltar de 2% para 11% das intenções de voto em uma pesquisa eleitoral. O resultado o colocou em terceiro lugar no levantamento BTG/Nexus, com crescimento de nove pontos percentuais em relação à rodada anterior.
O avanço também foi acompanhado por uma forte alta no número de seguidores do candidato. Segundo a Folha de S.Paulo, Cury ganhou quase 2,5 milhões de seguidores no Instagram em apenas duas semanas.
Diante das suspeitas levantadas por adversários sobre um possível crescimento artificial, Cury rejeitou qualquer manipulação. “Não tem história de robô”, afirmou o candidato ao ser questionado sobre o desempenho de seus perfis. Ele acrescentou que os adversários podem investigar os números e verificar a origem do aumento de seguidores.
Durante uma agenda no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em Curitiba, Cury classificou o resultado da pesquisa como uma “revolução silenciosa”. O candidato afirmou ter recebido os números com “humildade” e sustentou que o crescimento representa um movimento espontâneo de parte do eleitorado.
Segundo Cury, a campanha desembolsou aproximadamente R$ 50 mil em ações nas redes sociais nas últimas semanas. O candidato afirmou que o valor é significativamente menor do que os recursos que, segundo ele, são empregados por adversários para divulgação e comunicação digital.
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O levantamento BTG/Nexus ouviu 2.005 eleitores entre os dias 28 e 30 de agosto, por telefone. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08900/2026.
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