Polícia
Um homem de 52 anos, Melquezedeque Pereira da Silva, se entregou à polícia após ser suspeito de assassinar Paula Nayara Tavares de Oliveira em Ceará-Mirim, motivado por uma dívida de R$ 2 mil. O crime ocorreu na casa da vítima, onde ele disparou três vezes contra ela, que não sobreviveu aos ferimentos.
O mandado de prisão preventiva contra Melquezedeque foi cumprido imediatamente após sua entrega, e ele passou por exame de corpo de delito antes de ser encaminhado ao sistema prisional.
Um homem de 52 anos, apontado como suspeito de assassinar a mulher identificada como Paula Nayara Tavares de Oliveira, conhecida como “Paulinha” em Ceará‑Mirim (RN), se entregou à polícia na tarde desta quarta-feira (26), três dias após o crime.
Ele foi identificado com Melquezedeque Pereira da Silva. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela 3ª Vara da Comarca de Ceará-Mirim.
Contexto do crime
Segundo as investigações, o homicídio ocorreu no domingo (23), na casa da vítima. A motivação seria uma dívida de aproximadamente R$ 2 mil que Paula Nayara teria com o suspeito.
De acordo com a polícia, após uma discussão, o Melquezedeque teria ido até sua residência, pego uma arma de fogo e voltado para a casa de Paula Nayara, onde efetuou três disparos. Os tiros atingiram a cabeça e o rosto da mulher que ainda foi socorrida por uma equipe do SAMU, mas morreu horas depois no Hospital Walfredo Gurgel. A mãe da vítima também teria sido alvo do ataque, mas não foi atingida.
O autor do crime fugiu logo após o assassinato. Pouco tempo depois do ocorrido, populares depredaram a casa e o comércio do suspeito. Melquezedeque chegou a divulgar um vídeo nas redes sociais afirmando que pretendia se entregar.
A apresentação do suspeito
A decisão de se entregar ocorreu na tarde desta quarta-feira, quando o homem compareceu à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Natal. De acordo com a polícia, ele teria afirmado temer represálias contra familiares caso permanecesse foragido.
O mandado foi cumprido de imediato. Melquezedeque Pereira da Silva foi levado para a sede da Polícia Científica onde realizou exame de corpo de delito e, em seguida, foi encaminhado ao sistema prisional.
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