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Polícia revela como foi executada a corretora morta pelo síndico do prédio onde morava; confira detalhes da investigação

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Polícia detalha como a corretora Daiane Alves foi assassinada dentro do próprio condomínio onde morava, na cidade de Caldas Novas  |   BNews RN - Divulgação Reprodução internet
Redação

por Redação

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Publicado em 05/02/2026, às 07h39



A corretora Daiane Alves dos Santos foi assassinada com um tiro na cabeça dentro do condomínio onde morava em Caldas Novas, e o principal suspeito, o síndico Cléber Rosa de Oliveira, confessou o crime, resultando em sua prisão.

O conflito pela administração de imóveis, que antes era gerida pelo síndico e passou a ser controlada por Daiane, é apontado como a motivação do assassinato, que ocorreu após a corretora ser vista pela última vez em um elevador do prédio.

O corpo de Daiane foi encontrado após mais de 40 dias de buscas, e a polícia investiga as circunstâncias do crime, que levanta preocupações sobre a segurança em condomínios, especialmente em locais monitorados.

Resumo gerado por IA

A investigação sobre o desaparecimento da corretora Daiane Alves dos Santos ganhou contornos definitivos após a conclusão da perícia: ela foi morta com um disparo na cabeça dentro do próprio condomínio onde morava, em Caldas Novas.

O principal suspeito, o síndico Cléber Rosa de Oliveira, está preso e confessou o assassinato. O filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, também foi detido, acusado de atrapalhar as investigações.

O corpo da corretora foi localizado após mais de 40 dias de buscas, já em avançado estado de decomposição.

A identificação oficial só foi possível por meio da extração de material genético da arcada dentária.

O corpo da corretora de imóveis só foi localizado mais de 40 dias depois do assassinato.
O corpo da corretora de imóveis só foi localizado mais de 40 dias depois do assassinato.

Desavença por administração de imóveis é apontada como motivação

Em depoimento, o síndico relatou que a motivação do crime estaria ligada a conflitos com a vítima.

Daiane havia se mudado recentemente para o prédio e assumido a gestão de seis apartamentos pertencentes à própria família. Antes disso, a administração desses imóveis era feita pelo próprio suspeito. A mudança na gestão teria gerado desentendimentos diretos entre os dois.

Esse ponto turbulento entre a corretora e o síndico do prédio chamou a atenção dos investigadores e deu início ao histórico de conflitos judiciais entre os dois.

Daiane havia se mudado recentemente para o prédio e assumido a gestão de seis apartamentos pertencentes à própria família. Antes disso, a administração desses imóveis era feita pelo próprio suspeito.
Daiane havia se mudado recentemente para o prédio e assumido a gestão de seis apartamentos pertencentes à própria família. Antes disso, a administração desses imóveis era feita pelo próprio suspeito.

Segundo a defesa da família de Daiane, ela possuía 12 processos judiciais contra Cléber Rosa de Oliveira, nas esferas cível e criminal:

• 11 ações ainda tramitam na Justiça
• 1 processo já foi arquivado com sentença favorável à corretora

Essa questão passou a ser considerada um elemento relevante dentro da linha investigativa adotada pela Polícia Civil.

O último registro com vida dentro do elevador

No dia 17 de dezembro, Daiane foi vista pela última vez entrando no elevador do condomínio para descer ao subsolo. Ela iria verificar o motivo do corte de energia no próprio apartamento.

As imagens do circuito interno mostram a corretora olhando para a câmera e filmando com o celular, em um comportamento que, para os investigadores, indica que ela já desconfiava de algo anormal naquele momento. Segundo a polícia, foi nesse intervalo que o crime ocorreu.

As gravações mostram a sequência dos últimos momentos em que a corretora foi vista:

• Daiane passa pela portaria para falar com o porteiro
• Retorna ao elevador e desce para o subsolo
• Envia um vídeo para uma amiga informando que a energia do apartamento havia sido desligada
• Às 18h57, aparece entrando no elevador enquanto grava o vídeo
• Dentro da cabine, encontra um homem e explica que iria ao subsolo verificar a energia
• Ambos descem às 18h58
• Dois minutos depois, Daiane retorna sozinha ao elevador
• Em seguida, desce novamente ao subsolo e não é mais vista

Relembre o caso com repercussão nacional

  • Daiane desapareceu após entrar no elevador do prédio onde morava, sem que câmeras registrassem sua saída.
  • O sumiço gerou forte mobilização de familiares e ampla repercussão na imprensa nacional.
  • Durante as buscas, inconsistências em depoimentos do síndico chamaram a atenção dos investigadores.
  • A polícia passou a trabalhar com a hipótese de que o crime ocorreu dentro do próprio condomínio, tese depois confirmada pela perícia.
  • A confissão do síndico consolidou a linha investigativa que já apontava conflito direto entre ele e a vítima.
  • O caso chamou atenção pelo fato de a vítima ter sido morta em um ambiente teoricamente monitorado e seguro, levantando debate sobre falhas em protocolos de segurança condominial.

Classificação Indicativa: Livre

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