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Polícia Civil desmascara e prende suspeitos de abuso infantil em Natal; vítimas podem ser da própria família dos bandidos

PCRN
A operação busca prevenir e reprimir a exploração sexual infantil, reafirmando o compromisso das forças de segurança no Brasil  |   BNews RN - Divulgação PCRN
Eli Bernardo

por Eli Bernardo

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Publicado em 14/05/2026, às 12h23



A Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN) cumpriu, nesta quinta-feira (14), mandados de busca e apreensão contra dois homens suspeitos de crimes sexuais contra crianças e adolescentes, ocorridos na cidade de Natal. 

As investigações apontam que um dos  homens, de 38 anos, é suspeito do crime de armazenamento de cenas de nudez e abuso sexual infantojuvenil. 

Já o segundo suspeito, de 32 anos, teria cometido os crimes de produção e compartilhamento de imagens e vídeos envolvendo crianças e adolescentes em situações de exploração ou abuso sexual.

Ainda segundo as investigações, há indícios de que os suspeitos também possam ter praticado violência sexual contra crianças das próprias famílias. 

Durante as diligências, equipamentos eletrônicos foram apreendidos e, na sequência, serão submetidos à análise pericial. 

A ação faz parte da Operação Caminhos Seguros, cujo objetivo é prevenir e reprimir crimes sexuais contra crianças e adolescentes, reafirmando o compromisso das forças de segurança com a proteção da infância e da adolescência em todo o país.

A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.

Operação Caminhos Seguros 2025

Em junho do ano passado, foram apresentados os resultados da "Operação Caminhos Seguros", da Polícia Civil (PCRN)- ação de abrangência nacional que integrava a campanha “RN Faz Bonito” e tinha como objetivo o enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. 

Ao longo do mês de maio de 2025, a PCRN, por meio do Departamento de Proteção a Grupos em Situação de Vulnerabilidade (DPGV), intensificou ações investigativas, preventivas e repressivas.

Como resultado, 18 pessoas foram presas — entre suspeitos e condenados — e 92 denúncias foram apuradas, todas encaminhadas pela Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos (ONDH). 

Classificação Indicativa: Livre

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