Polícia
Uma mulher de 42 anos, Sueli Araújo de Souza, foi assassinada com mais de 20 tiros em um ataque registrado por câmeras de segurança em São Paulo, levantando suspeitas de execução devido à rapidez e ao direcionamento do crime.
Os suspeitos, que chegaram em uma motocicleta, não roubaram pertences da vítima, o que reforça a hipótese de que o crime foi premeditado e motivado por razões pessoais ou de vingança.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo está investigando o caso, com a Divisão de Homicídios realizando diligências para identificar os autores, enquanto a polícia solicita informações anônimas que possam ajudar nas investigações.
Uma mulher de 42 anos, identificada como Sueli Araújo de Souza, foi assassinada com mais de 20 disparos de arma de fogo na noite da última sexta-feira (26), no bairro do Grajaú, na zona sul de São Paulo.
O crime ocorreu na Rua Ugo Fóscolo e foi registrado por câmeras de segurança de uma adega onde a vítima estava momentos antes do ataque.
As imagens mostram quando dois homens em uma motocicleta se aproximam do estabelecimento, conhecido como Adega William, e efetuam diversos disparos em direção à vítima. Sueli cai imediatamente após ser atingida e não resiste aos ferimentos.
Ataque foi rápido e direcionado
De acordo com as imagens analisadas pela polícia, a ação durou poucos segundos, o que levanta a suspeita de execução. Após os disparos, os suspeitos fugiram do local sem levar pertences da vítima, reforçando a hipótese de crime premeditado.
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▶️ VÍDEO: câmeras registram momento do ataque
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Investigação em andamento
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que o caso foi registrado como homicídio e está sendo investigado pela Divisão de Homicídios do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). Diligências estão em andamento para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime.
Até o momento, ninguém foi preso. A polícia trabalha com a análise das imagens, coleta de depoimentos e cruzamento de informações para avançar nas investigações.
A SSP reforça que qualquer informação que possa ajudar na identificação dos suspeitos pode ser repassada de forma anônima às autoridades.
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