Polícia

Militar é encontrada carbonizada em quartel; confira o que já se sabe sobre o caso

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O caso está sendo tratado como feminicídio, com suspeito preso em flagrante e enfrentando múltiplas acusações, incluindo incêndio e fraude.  |   BNews RN - Divulgação Reprodução: O Globo
BNews Natal Redação

por BNews Natal Redação

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Publicado em 07/12/2025, às 12h15



Um crime bárbaro chocou o Distrito Federal nesta sexta-feira(5). A cabo Maria de Lourdes Freire, de 25 anos, foi encontrada carbonizada no Setor Militar Urbano (SMU). 


A princípio o Corpo de Bombeiros foi acionado para para combater o incêndio, até então com causas desconhecidas. Porém, no decorrer das investigações em andamento, o soldado Kelvin Barros da Silva, de 21 anos, afirmou ter assassinado a militar e ateado fogo no local. 


De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal, após a 2ª DP ser comunicada da ocorrência com vítima fatal, uma equipe foi mobilizada para iniciar as investigações e solicitar a perícia.


Na manhã do sábado (6), a guarnição declarou que Kelvin confessou ter matado a musicista Maria de Lourdes. De acordo com ele, os dois teriam um relacionamento. 


Segundo o soldado, teria matado a cabo com "golpe profundo no pescoço" após "uma discussão motivada por cobranças da vítima".


O delegado Paulo Noritika afirmou que em depoimento, Kelvin falou que a vítima queria que ele terminasse com a namorada. A família de Maria de Lourdes contesta essa versão apresentada pelo soldado. 


Ainda segundo o militar, a vítima sacou a arma e em seguida ele teria segurado a pistola enquanto ela tentava alimentá-la com munição. Após conseguir pegar a faca militar da vítima, Kelvin a golpeou, atingindo fatalmente no pescoço. 


O delegado também disse que depois da facada, o militar teria ateado fogo no local, largando o corpo da mulher carbonizado. A cabo saxofonista e estava no Exército há cinco meses.


Kelvin foi preso em flagrante e levado para o Batalhão de Polícia do Exército de Brasília. O caso está sendo investigado como feminicídio, com furto de arma de fogo, incêndio e fraude processual.


Segundo o Centro de Comunicação Social do Exército, Kelvin deve "ser excluído das fileiras da Força e responsabilizado pelo ato cometido"

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