Polícia

Homens são presos com quase 300 porções de maconha em condomínio na Grande Natal

Divulgação/PCRN
Com base nas informações recebidas, os policiais passaram a monitorar a movimentação no condomínio e identificaram indícios de atividade criminosa  |   BNews RN - Divulgação Divulgação/PCRN
José Nilton Jr.

por José Nilton Jr.

Publicado em 20/10/2026, às 17h26



Dois homens de 18 anos de idade foram presos em flagrante suspeitos de traficar drogas em um condomínio de Parnamirim, na Grande Natal. A ação foi realizada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte durante mais uma etapa de uma operação permanente de combate ao tráfico de entorpecentes na região. Durante a abordagem, os agentes apreenderam centenas de porções de uma substância semelhante à maconha, além de dinheiro, celulares e balanças de precisão.

A operação foi desencadeada após denúncias sobre a venda de drogas no residencial. Com base nas informações recebidas, os policiais passaram a monitorar a movimentação no local e identificaram indícios de atividade criminosa. A ação foi realizada na última segunda-feira (19). 

Ao perceberem a chegada da equipe, os suspeitos tentaram escapar correndo entre os blocos de apartamentos. A fuga, no entanto, foi interrompida pelos policiais, que conseguiram cercar e deter os dois homens.

Bolsas com drogas foram descartadas durante a fuga

Durante a tentativa de escapar, os suspeitos teriam abandonado duas bolsas, recuperadas pelos agentes logo após a abordagem. No interior dos objetos, foram encontradas aproximadamente 290 porções pequenas e outras oito porções maiores de uma substância com características semelhantes às da maconha.

Além dos entorpecentes, a equipe apreendeu dois aparelhos celulares, duas balanças de precisão e uma quantia em dinheiro composta por notas de pequeno valor. Os números exatos dos materiais apreendidos ainda deverão ser confirmados oficialmente.

Outro detalhe chamou a atenção dos investigadores durante a ocorrência. A tela bloqueada de um dos celulares exibia um código QR associado a uma chave Pix vinculada à conta bancária de um dos suspeitos.

Código Pix chamou a atenção dos investigadores

Segundo os policiais, o uso desse tipo de pagamento em transações relacionadas ao tráfico de drogas já havia sido identificado em investigações anteriores envolvendo o mesmo condomínio e uma organização criminosa.

Informações obtidas durante a prisão indicam que os dois homens teriam sido recrutados há menos de uma semana para atuar na comercialização de entorpecentes no local. A atividade ocorreria principalmente no período da manhã.

As apurações também apontaram que os suspeitos não residiam no condomínio e se deslocavam até o residencial especificamente para realizar a atividade criminosa, conforme os levantamentos policiais. Após a prisão, os dois homens e todo o material apreendido foram encaminhados à delegacia responsável, onde foram realizados os procedimentos legais cabíveis. 

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