Polícia
Uma explosão de uma bomba caseira na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, feriu ao menos oito pessoas, incluindo motoristas de ônibus, com duas vítimas em estado grave.
A explosão ocorreu quando um motorista abriu uma mochila deixada em um ponto de ônibus, e a polícia investiga a origem do artefato, suspeitando que tenha sido deixado por um dependente químico.
O Esquadrão Antibombas foi acionado para garantir a segurança da área, que foi isolada, e o caso está sob investigação na 37ª Delegacia de Polícia, sem informações sobre suspeitos até o momento.
Uma explosão provocada por uma bomba de fabricação caseira deixou ao menos oito pessoas feridas na tarde desta sexta-feira (20), na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
De acordo com informações das autoridades, duas vítimas estariam em estado grave. Os feridos foram socorridos e encaminhados para o Hospital Municipal Evandro Freire, na própria região, e para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 13h para atender a ocorrência, que mobilizou equipes de resgate e forças de segurança.
Explosão aconteceu após abertura de mochila
Segundo a Polícia Militar, a explosão ocorreu após o motorista de um ônibus abrir uma mochila que havia sido deixada em um ponto na Travessa Costa Carvalho, nas proximidades de uma base de Fuzileiros Navais.
Ao manusear o conteúdo da bolsa, um dos artefatos explodiu, causando ferimentos principalmente nos membros inferiores das vítimas. Entre os atingidos, estão seis motoristas de ônibus que estavam no local no momento da detonação.
A suspeita inicial é de que a mochila tenha sido deixada por um dependente químico, mas a motivação do caso ainda está sendo investigada.
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Área foi isolada e caso está sob investigação
Após a explosão, o Esquadrão Antibombas da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) foi acionado para realizar a varredura na área e evitar novos riscos.
O artefato utilizado, conhecido como “calíca”, é um tipo de explosivo improvisado que pode conter pólvora, pedaços de vidro, pregos e outros materiais que potencializam os danos.
O caso foi registrado na 37ª Delegacia de Polícia e segue sob investigação. Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou prisões relacionadas ao episódio.
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