Polícia
Uma mulher de 41 anos foi presa preventivamente no Paraná após ser denunciada pelo próprio filho, que descobriu um suposto plano para assassinar uma servidora pública.
Segundo a Polícia Civil, a investigada teria negociado o crime por meio de mensagens no WhatsApp e oferecido R$ 3 mil para que um homem executasse a vítima.
As investigações apontam que a mulher planejava a morte da servidora como forma de vingança. A vítima trabalharia na instituição responsável pelo acolhimento dos três filhos da suspeita, que a responsabilizaria pela perda da guarda das crianças.
Durante a apuração, a Polícia Civil teve acesso às conversas em que a mulher detalharia a forma como queria que o crime fosse cometido.
Em um dos trechos das mensagens apreendidas, ela teria escrito de forma direta:
Quero que mate ela a tiro."
Para os investigadores, o conteúdo reforça a suspeita de que havia uma tentativa concreta de contratar a execução da servidora.
Filho gravou conversas e procurou ajuda
O caso veio à tona após o filho mais velho da investigada encontrar as conversas no celular da mãe.
Ao perceber o teor das mensagens, o adolescente gravou parte do conteúdo e procurou a rede municipal de assistência, que acionou as autoridades e deu início à investigação policial.
Polícia aponta ameaças e monitoramento da vítima
Além da suposta negociação do homicídio, a Polícia Civil informou que a mulher teria ameaçado o próprio filho para impedir que ele denunciasse o caso.
Os investigadores também afirmam que a suspeita monitorava a rotina da servidora antes da possível execução, reunindo informações sobre os deslocamentos da vítima.
O que a investigação aponta:
Suspeita responderá por tentativa de homicídio
A mulher permanece presa preventivamente e deverá responder pelo crime de tentativa de homicídio duplamente qualificado, conforme informou a Polícia Civil, que segue com as investigações para esclarecer todos os detalhes do caso.
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