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Preço da água mineral no RN sobe até 20%; veja valor do garrafão de 20 litros

Reprodução/Sicramirn
O aumento do preço da água afeta tanto a água mineral quanto a água adicionada de sais, refletindo os altos custos de insumos e transporte.  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Sicramirn
Dani Oliveira

por Dani Oliveira

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Publicado em 29/10/2025, às 10h08



O Sindicato das Indústrias de Cervejas, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas em Geral do RN anunciou um reajuste no preço do garrafão de 20 litros de água mineral, que entrará em vigor no próximo sábado, variando entre 10% e 20%. Essa medida é considerada essencial para a sobrevivência da cadeia produtiva diante do aumento dos custos de produção.

Os novos preços para o consumidor poderão oscilar entre R$ 9 e R$ 15, dependendo da localidade. O aumento é justificado pela inflação acumulada de 5% e pelo crescimento dos custos de insumos, como garrafões, plásticos e energia elétrica.

O setor tentou adiar o reajuste, mas não conseguiu absorver os custos adicionais, que incluem fatores como a oscilação do dólar e o custo de importação. O sindicato pede compreensão da população, enfatizando a importância da segurança na qualidade do produto oferecido.

Resumo gerado por IA

O Sindicato das Indústrias de Cervejas, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas em Geral do RN (Sicramirn) anunciou o reajuste no preço do garrafão de 20 litros de água em todo o Rio Grande do Norte, a partir do próximo sábado (1°). 

Segundo o Sicramirn, a medida é necessária diante do aumentos dos custos de produção. Daniel Penteado, consultor executivo do sindicato, ressalta que o reajuste é “uma medida de sobrevivência de toda uma cadeia produtiva". 

O aumento deve variar de 10% a 20%. Com isso, os preços para o consumidor poderão ficar entre R$ 9 e R$ 15, a depender da cidade e bairro.

Segundo o consultor, o setor tentou adiar o aumento, mas não havia mais como absorver os custos.  Daniel, o aumento atinge tanto a água mineral quanto a água adicionada de sais, que compõem a categoria de águas envasadas. O consultor explicou que o reajuste reflete o impacto de fatores como a inflação acumulada e o aumento dos custos de insumos. 

Ele que detalhou que a inflação acumulada do ano é de 5% e que há vários custos envolvidos, como os de matéria-prima: garrafão, plásticos, lacre, tampa e rótulo; derivados de petróleo e resinas termoplásticas. Além disso, citou o custo de importação, influenciado pela oscilação do dólar, e o custo da própria resina, do transporte marítimo, da energia elétrica e da mão de obra. 

"Nós não gostaríamos de fazer esse reajuste, mas realmente é uma medida necessária. A gente pede à população que entenda, levando em consideração a segurança que a gente bota à mesa do consumidor”, afirmou.

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