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Cesta básica dispara em Natal e batata, tomate e cebola puxam alta nos preços

Alessandro Marques / Procon Natal
A pesquisa acompanha mensalmente os preços de 40 itens considerados essenciais para a composição da cesta básica em estabelecimentos comerciais  |   BNews RN - Divulgação Alessandro Marques / Procon Natal
José Nilton Jr.

por José Nilton Jr.

Publicado em 07/10/2026, às 17h38



O valor médio da cesta básica em Natal atingiu R$ 461,01 em setembro, apresentando um incremento de R$ 5,21 em comparação com o mês anterior. Um estudo feito pelo Núcleo de Pesquisa do Procon Natal revelou que 60% dos 40 produtos avaliados tiveram elevação nos preços durante o período.

A pesquisa acompanha mensalmente os preços de 40 itens considerados essenciais para a composição da cesta básica em estabelecimentos comerciais da capital potiguar. Em setembro, as quatro categorias analisadas registraram aumento, incluindo hortifrúti, higiene e limpeza, mercearia e açougue.

Entre os grupos pesquisados, o hortifrúti apresentou a maior alta, de 5,73%. A batata inglesa liderou a elevação, com aumento de 25,62%, seguida pelo tomate, que subiu 23,13%, e pela cebola branca, com avanço de 10,83%.

Produtos de limpeza e alimentos também ficam mais caros

Na categoria de higiene e limpeza, o aumento foi de 1,12%. O resultado foi influenciado principalmente pelo sabão em pó, que teve alta de 5,76%, e pela pasta de dentes, com aumento de 2,68%.

Na mercearia, os preços avançaram 0,63%. Entre os produtos que mais contribuíram para o resultado estão o arroz agulhinha, com alta de 3,37%, e o açúcar cristal, que ficou 2,82% mais caro.

O açougue apresentou a menor elevação entre as categorias pesquisadas, com alta de 0,27%. Mesmo assim, alguns produtos registraram aumentos expressivos, como o frango, que subiu 3,53%, e os ovos, com avanço de 2,58%.

Zona Leste tem cesta mais cara de Natal

Na análise por regiões da cidade, a Zona Leste registrou o maior preço médio da cesta básica, chegando a R$ 491,71. O valor representa um aumento de R$ 6,42 em relação ao mês anterior.

Já a Zona Oeste apresentou a maior elevação mensal, com crescimento de R$ 12,11. Na Zona Norte, o movimento foi diferente, sendo a única região pesquisada a apresentar redução no período, com preço médio de R$ 459,68, queda de R$ 0,28.

A Zona Sul terminou o mês com preço médio de R$ 454,78, ficando abaixo dos valores registrados nas regiões Leste e Norte.

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